sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

THE SHAMAN’S CALL - Sandy Kilpatrick + André Silvestre (convidado especial) - CdA Famalicão

THE SHAMAN’S CALL
Sandy Kilpatrick + André Silvestre (convidado especial)
Música indie folk
28 de Março| sábado| 21h30 | Grande auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 90 m
Sandy Kilpatrick, cantautor escocês radicado em Portugal, reconhecido pela crítica aquém e além-mar, tem um novo álbum, “The Shaman’s Call”, na sua forma final, com lançamento agendado para a Primavera de 2015.
“The Shaman’s Call”, conta com um alinhamento de nove músicas, espelho da alma de Kilpatrick, num trabalho onde a voz estará mais despida e viva que nunca. Transformações musicais, desafios e decisões, definem em grande parte um dos álbuns mais sólidos e genuínos de Kilpatrick.
Há 11 anos, Sandy Kilpatrick, perguntava em modo experimental, “Am I welcome here”, pergunta de quem escolhia um novo pais para viver. Desde então, seguiram-se as “Incandescent Night Stories”, um álbum com histórias e imaginários de um músico a caminhar para uma gramática musical que hoje o identifica. Histórias essas, que deram o mote para um escocês sentido em “The Ballad of the Stark Miner”, um EP de cinco músicas que nos prepara para uma viagem absolutamente obrigatória: “Terras Últimas”. Por estradas e costas se fez um áudio-livro singular e, no amadurecer de uma viagem, nasceu uma “Redemption Road”, álbum editado em 2012, que habilmente nos conduziu para o EP “Your Love is a Weapon”.

No dia 28 de Março de 2015, Kilpatrick volta à sua segunda casa (adoptada), Casa das Artes de Famalicão, com André Silvestre (pianista), para apresentar o seu mais recente álbum e concerto, “The Shaman’s Call”.

Portugal, Meu Remorso | A partir de textos de Alexandre O’Neil na Casa das Artes

Dia Mundial do teatro
Portugal, Meu Remorso
A partir de textos de Alexandre O’Neil
Direcção Artística e Interpretação de Ana Nave e João Reis
Teatro
27 de Março| Sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 75m
Seria difícil imaginar uma cabeça mais feérica e tão distintamente irónica como a de Alexandre O´Neill para, na possibilidade de uma travessia pelo Portugal dos nossos dias ( o país europeu comtiques e vícios de ontem ) lhe dar um sentido à altura das suas enormes encruzilhadas.
Verbalizar os dislates da vida e do amor à luz de um país incerto, é um exercício que na escrita e na personalidade de O´Neill se transforma numa espécie de combustível sem limites, desígnio perfeito para uma vida inspirada: "Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor / O tapete que vai partir para o infinito / Esta noite ou uma noite qualquer".
Quando num café do Príncipe Real nos juntámos para dar um destino ao nosso enorme apreço pelo poeta, também nós procurávamos esse difícil compromisso entre tornar legíveis as várias explosões de sentido da sua poesia e ao mesmo tempo revelar uma unidade dramatúrgica que fosse visível para todos nós: imagens, canções, visões periféricas.
Se em muitos aspectos O´Neill foi um poeta incompreendido e indecifrável, como o é tantas vezes a nossa "vidinha", é certo que se tornou um dos grandes do século XX, com vida cheia e literalmente profícua e a contaminar tantas e tantas criaturas. Portugal, Meu Remorso é um tributo assumido das nossas inquietações e incertezas, da nossa admiração pelo poeta que apostava tudo na vida "mesmo que errada".
Esta noite ou uma noite qualquer, com algumas palavras de ódio e outras de amor, a nossa viagem é ao Portugal infinito de Alexandre O´ Neill.

Ficha Técnica
Direcção Artística e Interpretação: Ana Nave e João Reis
Texto: Maria Antónia Oliveira
Apoio Dramatúrgico: Rui Lagartinho
Movimento: Félix Lozano
Espaço Sonoro: Francisco Leal
Vídeo: Patricia Sequeira e Duarte Elvas
Desenho de Luz: João Cachulo
Figurinos: Rafaela Mapril
Produção Executiva: Mónica Talina

Co-Produção: O Lince Viaja e São Luiz Teatro Municipal

António Zambujo na Casa das Artes de Famalicão

António Zambujo| Rua da Emenda
 Música
21 de Março| sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/6
Duração: 70 m
Rua da Emenda, o 6.º álbum de originais de António Zambujo, é, afinal, uma avenida do mundo onde coabitam as sonoridades do Brasil, França, Uruguai e do continente africano trazidas, claro está, para a dimensão portuguesa.
Pica do 7, o primeiro single, é o reencontro entre Zambujo e um dos seus mais antigos parceiros, Miguel Araújo. Juntos, desenham o cenário do eléctrico e romantizam a típica figura do revisor. Outros são os colaboradores habituais que marcam presença em Rua da Emenda, – de João Monge a Maria do Rosário Pedreira, de José Eduardo Agualusa a Pedro da Silva Martins, entre outros – uma festa onde ainda há espaço para novos encontros, como acontece com Samuel Úria e José Fialho Gouveia, para citar alguns.
Nos 15 temas que completam Rua da Emenda cabem também emocionantes tributos aos talentos imortais de Noel Rosa (confirmando a paixão de António Zambujo pela música brasileira), Serge Gainsbourg (com La Chanson de Prévert reinventada pela magia da guitarra portuguesa), Jorge Drexler (o uruguaio que já ganhou um óscar), Rodrigo Maranhão e Pedro Luís (mais dois brasileiros da linha da frente).

Ao vivo, António Zambujo enche o espaço e pára o tempo com a sua voz e guitarra, cheias de recantos e subtilezas, na companhia de músicos de excepção, dirigidos pelo seu contrabaixista e director musical, Ricardo Cruz. O público é convidado a participar para que, a uma só voz, ecoem as emoções dos protagonistas e sentimentos universais, a que Zambujo sabe dar vida de forma ímpar, nas suas canções.

SALPICOS GULOSOS DE COR | ESTREIA

SALPICOS GULOSOS DE COR | ESTREIA
Uma Coprodução entre o CRESCER ALÉM DA DANÇA- Associação para o ensino e desenvolvimento da Dança e em com a Casa das Artes de Vila Nova de
Este bailado é inspirado no conto dos irmão Grimm  “ A Casinha de Chocolate”.
Dança
14 e 15 de março | sábado 21h30 | Domingo 18h00|| grande auditório
Entrada: 6 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 60 m
É um bailado que será levado a cena por 50 bailarinos em formação, de diferentes idades, da Crescer Além da Dança e que é baseado no conto dos irmão Grimm  “ A Casinha de Chocolate”.
Esta história é baseada na vida pobre de um casal e seus filhos e na decisão de os abandonarem na floresta para que possam encontrar outra forma de sobrevivência, visto que eles não tinham comida para alimentar toda a família.
Decisão complicada para o pai mas muito incentivada pela madrasta má.
A verdade é que os  dois   irmãos depois de terem superado várias necessidades e momentos verdadeiramente assustadores conseguem chegar a casa no fim de toda a história ricos e capazes de viverem felizes para sempre com a sua família.
Eis que é dentro deste enredo de drama , sorte e amor que se desenvolve todo o nosso bailado, cheio de momentos assustadores e outros mágicos.

E é assim que mais uma vez estaremos no palco na Casas das Artes de V. N. de Famalicão com verdadeira entrega e paixão e também cientes da enorme oportunidade e responsabilidade que é para todos nós estarmos a fazer o que mais gostamos na vida! DANÇAR!!

ESTREIA Trago-te na pele . Com encenação de Luisa Pinto, texto de Marta Freitas e Interpretação de Isabel Carvalho e Pedro Almendra.

Trago-te na pele ESTREIA
Duas narrativas, dois casais, duas relações. Duas perspetivas diferentes sobre o mesmo tema: o amor.
Uma Coprodução do Cine Teatro Constantino Nery de Matosinhos e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
6 e 7 de março | sexta, sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/14
Duração: 75 m
Duas narrativas, dois casais, duas relações. Duas perspetivas diferentes sobre o mesmo tema: o amor. Um casal de escritores aparecerá em projeção vídeo, outro casal, de artistas plásticos, no palco. Duas realidades distintas que acabam por se intersectar. Cada uma das relações é, simultaneamente, de interdependência e rivalidade, de influência mútua e de competição. A partir de uma ideia original de Luisa Pinto, que desafiou Marta Freitas a escrever um texto especialmente para este projeto, Trago-te na pele joga-se na hibridez entre o palco e a tela, transpondo “barreiras entre o real e o imaginário” .

Luisa Pinto (n. 1965) é encenadora e professora na Escola Superior Artística do Porto, onde também concluiu um mestrado em Teatro e Encenação. Diretora artística do Cine teatro Constantino Nery desde 2007, tem privilegiado, no seu trabalho, textos de autores de língua portuguesa e mantido uma relação estreita com o Brasil. Desenvolve desde 2006 um projeto de reinserção social que reúne reclusos e atores profissionais.

Texto – Marta Freitas
Encenação – Luisa Pinto
Intérpretes - Isabel Carvalho e Pedro Almendra
Realização vídeo, cenografia e figurinos - Luisa Pinto
Direção Musical – Carlos Tê
Arranjos musicais – Nicolas Tricot
Desenho de Luz – Bruno Santos
Assistente de encenação – João Costa
Captação vídeo e edição – Carlos Costa
 Diretor de fotografia – Rodolfo Guedes
Assistente de vídeo – Luis Monteiro
Diretor de fotografia – Rodolfo Guedes

Coprodução Cine Teatro Constantino Nery/CMM e Casa das Artes de V.N. Famalicão

Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos- Diabo no Corpo: O Erotismo na Arte da Grécia Antiga aos nossos dias.

Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos
Uma organização da Casa das Artes e Sentido Directo
Primeiro Encontro Diabo no Corpo: O Erotismo na Arte da Grécia Antiga aos nossos dias,
Oradora Helena Machado

4 de Março| Quarta| 15h00 às 17h00 | Pequeno Auditório
Entrada: Livre
Imagem Base - Gian Lorenzo Bernini (1598-1680), pormenor de O Rapto de Proserpina, 1621-1622, Galeria Borghese, em Roma.
A História das Artes e das Culturas permite descobertas e aprendizagens vastíssimas e surpreendentes; permite reavivar memórias e experiências sensoriais, mas permite, sobretudo, dar outra luz à nossa atualidade, à nossa vida. Partindo de temas sempre escolhidos pelos desafios e pertinência atual que nos colocam, e também pela sua linha de sedução dos sentidos e do pensamento, este Ciclo de Encontros pretende criar pontes entre o passado e o presente através de deambulações artísticas que nos levarão por caminhos tão diversos como a pintura, a literatura, a escultura, a música, a arquitetura, o cinema e pelos mitos fundadores da nossa Civilização.
Por deambulações entendemos, claramente, a liberdade e, sobretudo, o prazer no caminhar em conjunto, porque estes encontros só terão sentido com a intrínseca partilha de saberes entre o formador, a sua plateia e a Casa que nos acolhe para estes passeios eruditamente libertinos. Começaremos por uma pequena viagem geral numa clara sedução dos sentidos para o primeiro encontro. Servirá de ponto de partida para o programa que este ano se dedicará às Paixões Artísticas, abordando temas como o Poder, a Ambição, a Honra, a Glória e o Heroísmo, o Ciúme, a Paixão Amorosa, a Paixão do Belo, entre outros.

Helena Machado é formadora de História da Cultura e das Artes. Desenvolveu a sua investigação e formação científicas especialmente no âmbito do «Grande Século - séc. XVII», culminando, em 2005, com a sua defesa de Tese de Mestrado, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, dedicada ao Teatro e a Arte dos períodos Barroco e Clássico. Passou pela École du Louvre, em Paris, e é presença constante em quase todas as exposições temporárias de museus parisienses, particularmente no Louvre, Orsay, Centre Pompidou, Grand e Petit Palais e segue, apaixonadamente, as companhias teatrais nacionais.

O Pianista Famalicense João Monteiro (Vencedor do Prémio Helena Costa), a ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESMAE, com a direção de Dainius Pavilionisn - Casa das Artes 1 de Março

Concerto com Piano e Orquestra
Obras de Tchaikovsky, Beethoven e Nuno Peixoto
Dainius Pavilionis |Direção
João Monteiro (Vencedor do Prémio Helena Costa) |Solista/Piano
ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESMAE
Música Erudita
1 de Março| Domingo| 18 h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/6
Duração: 90 m

Programa:
I - Concerto de Piano No. 1, em Si Bemol Menor, op. 23 |Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893)
II - Sinfonia n.º 5, Op. 67 |Ludwig van Beethoven (1770-1827)
III - “...na viagem de um livro” de Nuno Peixoto
Dainius Pavilionis (b. 1977) começou a carreira de músico na Marijampolé Music School onde estudou piano. Em 1989 foi premiado na competição de piano Balys Dvarionas. Em 1992-96 estudou regência coral no conservatório Kaunas Juozas Gruodis. Em 2002 terminou a pós-graduação na Lithuanian Academy of Music and Theatre, na classe do Prof. Povilas Gylys e foi premiado com um diploma MA em regência coral. No mesmo ano frequentou Master Classes de Sinfonia, regidas pelo Prof. P. Gulke (Alemanha). Sob orientação de um distinto maestro Lituânio Prof. Juozas Domarkas, terminou os estudos em 2006, de regência sinfónica e foi premiado com mais um diploma MA.
Sinfonieta - Orquestra Sinfónica da ESMAE- É considerável e representativo o reportório já abordado pela Orquestra. A qualidade do trabalho tem sido reconhecida, quer através de apreciações elogiosas de maestros convidados, quer em críticas e artigos de revistas especializadas. Saliente-se em particular a revista Le Monde de la Musique, a qual, aquando da interpretação de Petruchka de Stravinsky pela Orquestra Sinfónica da ESMAE, publicou um artigo intitulado “Le Renouveau du Portugal”, com o subtítulo “L’Orchestre de la ESMAE, vous connaissez? Vraisemblablement pas. Cette formation de jeunes musiciens classiques prépare impatiemment l’avenir dans un Portugal longtemps frustré sur le plan musical.” (in Le Monde de la Musique, nº 258, Out. 2001, p. 26)
João Monteiro Piano- Famalicense, detentor do Prémio Helena Sá e Costa 2014, estuda actualmente na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) na classe do professor Constantin Sandu. Integrou o festival Harmos Classical 2014, apresentando-se em concerto com o Éclatant Ensemble  na Sala 2 da Casa da Música. Ensemble orientado pelo professor António Saiote, com estreia em recital no “Festival ESMAE 2013” e distinguido com Menção Honrosa no III Concurso Internacional de Música de Câmara “Cidade de Alcobaça”.

Exposição trabalhos de Artur Baptista na Casa Artes entre Março e Abril

Exposição de Artur Baptista
Titulo: “Uma sustentável leveza”
6 de Março a 29 de Abril , Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Esta “Sustentável Leveza” assenta em três pilares estruturais:
Procura de equilíbrios assimétricos
Utilização expressiva do movimento
Afirmação do vazio como elemento construtivo.



  

A mostra é constituída por dezoito composições cuja policromia nasce de uma paleta previamente determinada e plasmada sobre um suporte de tecido. Os numerosos elementos que, criteriosamente associados, vão construir cada conjunto, são desenhados à tesoura. Respeitam a sua posição, correlacionando-se entre si por alinhamentos e justaposições diversas.

Assim se vence o "horror ao vazio", respeitando-o e conferindo-lhe um valor estrutural, imprescindível na criação de uma leveza sustentável.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Wim Mertens na Casa das Artes de Famalicão

Wim Mertens Duo
Wim Mertens - Piano, Voz e Dirk Descheemaeker – Saxofone Soprano, Clarinete
Música
28 de Fevereiro | Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euro 
M/6                   
Duração: 75 m

A música de Wim Mertens alimenta os mais fervorosos e por vezes até imprevisíveis cultos: Raymond Benson, um dos escritores responsáveis pelas continuadas sagas de James Bond, inclui uma referência à música do compositor belga na aventura do agente secreto britânico que levou o título High Time To Kill, em 1999. O que faz pleno sentido, afinal de contas, mistério é o que não falta nas composições deste prolífico artista que já lançou mais de 60 títulos desde que se estreou em disco em 1980. Desta vez, Mertens traz um duo a Portugal: acompanhado ao clarinete e saxofone pelo belga Dirk Descheemaeker, o compositor entrega-se a alguns momentos decisivos da sua obra - como o emblemático Struggle For Pleasure - ou trabalhos mais recentes como Zee Vs. Zed, juntando a sua voz inconfundível ao seu profundo lirismo no piano. Mertens já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior. E tem uma carreira recheada de prémios e distinções, tendo inclusivamente sido nomeado para Embaixador Cultural da Flandres. Em Portugal, apresentará um novo espectáculo que tem merecido os mais veementes aplausos nas melhores salas da Europa.

Quando vier a primavera | Tributo a Fernando Pessoa

Quando vier a primavera
Tributo a Fernando Pessoa
Poesia | Música
27 de Fevereiro| sexta| 21h30 | Grande auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 90 m

“ Quando vier a primavera “ é o novo projeto musical de Ivo Machado em torno da poética de Fernando Pessoa. A simbiose entre a melodia e a palavra é quase perfeita sendo que a palavra leva privilégio. A harmonia de muito bom gosto e esteticamente condizente com a ambiência que os poemas sugerem, cria canções que permitem ao espetador uma nova leitura do poema.

Entre canções, António Sousa, cruzará Pessoa ortónimo com Pessoa heterónimos através da declamação e dramatização de poemas, na sua forma peculiar de interpretação poderosa, emotiva e empática.

A jovem atriz Sara Correia interpretará o monólogo “ Carta da corcunda ao serralheiro “.
Concepção e voz – Ivo Machado
Guitarra e arranjos – Carlos Carneiro
Piano e arranjos – Rui Mesquita
Declamação – António Sousa

Participação especial : Sara Correia

EROS E PSIQUÊ na Casa das Artes

EROS E PSIQUÊ
Uma história de paixão, entrega, confiança, força e fidelidade. Um caminho para o autoconhecimento e amor verdadeiro...
Companhia de Dança Contemporânea de Évora- CDCE
Dança
21 de fevereiro| Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 70 m

Um poema...
Eros é representado na mitologia grega como o deus do amor e Psiquê representa a alma. A história tem tido recorrentes atualização ao longo da História e tem sido utilizada pelos estudiosos para simbolizar o desenvolvimento da alma, um percurso para o autoconhecimento e descoberta do verdadeiro amor.
Nenhum herói se faz sem provar a sua coragem e convicção.
Eros e Psiquê é uma história de uma heroína que demonstra ao longo de toda a ação que através do esforço e perseverança consegue atingir os seus objetivos
Os corpos rasgam o espaço através da projeção do gesto, o toque entre os corpos geram viagens sensoriais que elevam o pensamento.
A imagem plástica e cromática é ampliada pelo desenho de luz de Paulo Graça remetem-nos para uma dimensão superior, um lugar onírico onde só as almas se tocam. Os figurinos de José António Tenente inscrevem os personagens numa atmosfera teatral, num ambiente marcado pela linguagem do contemporâneo, preenchida musicalmente pelas sonoridades de Dobrinka Tabakova, Eugene Ysaÿe e César Viana.
Os bailarinos através da sua interpretação tornam o sonho da lenda de Eros e Psiquê, numa realidade mitológica, numa realidade contemporânea.
A postura do corpo em movimento, a estrutura dramatúrgica experimenta uma linguagem cénica próxima da Tragédia Grega.
  
Ficha artística e técnica
Direção | Coreografia NÉLIA PINHEIRO
Bailarinos GONÇALO ANDRADE, EMÍLIO J. CERVELLÓ,
 NÉLIA PINHEIRO
Consultora Artística MARIA PALMEIRIM
Música e sons adicionais DOBRINkA TABAKOVA
Música Original CÉSAR VIANA
Música Adicional Eugène YSAÿe
Figurinos JOSÉ ANTÓNIO TEMENTE
Desenho de Luz PAULO GRAÇA
Elementos Cenográficos INÊS TELES
Vídeo FERANDO DIAS |CDCE
Fotografias de Cena RODRIGO DE SOUZA
Construção elementos cenográficos JOAQUIM CAMPANIÇO, JOAQUIM ATAFONA
Direção de Produção RAFAEL LEITÃO

Produção CDCE 2014

Gnomon em Famalicão

Gnomon
Apresentação do álbum – “O Homem que Voava Baixinho”
Música/indie Folk
13 de fevereiro| sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/6
Duração: 70 m
Os Gnomon, banda sediada em Joane, Vila Nova de Famalicão, regressam aos palcos com aquele que constitui o terceiro trabalho discográfico do projeto musical. O álbum em apresentação – “O Homem que Voava Baixinho” – concretiza um novo conceito de gravação, um que procura manter a base orgânica do grupo. A gravação ao vivo em estúdio dos temas originais revela-se decisiva para os resultados estéticos da nova sonoridade da banda. Paralelamente, a partilha de expressões musicais, desde a Ibéria à América Latina, proporciona a criação de um ‘locus-arte’ que, pela mão da música, compreende a aproximação consciente entre culturas, assinalando sempre o lugar do genuíno e específico de cada uma das ‘culturalidades’. A pluralidade de conhecimentos e influências que a cada membro pertence formam as cores que preenchem a sua nova sonoridade instrumental.

Numa nova fase da sua existência são membros constitutivos de Gnomon Tiago Machado (Guitarras clássica e elétrica), Carlos Ribeiro (Guitarras clássica e elétrica), Paco Dicenta (Baixo fretless), Jesús González (Bateria), Samuel Coelho (Violino e Eletrónica) e Vasco Miranda (Teclados). Por sua vez, o álbum, gravado nos Estúdios Rangel e com produção musical de Hugo Correia, conta com a participação de músicos convidados como: Carlos Barros e Bruno Santos (Percussão), David Sousa (Flauta transversal) Filipe Raposo (Piano), João Mortágua (Saxofone), João Ramos (Clarinete), Noélia Alvarez (Voz) e Ricardo Monteiro (Vibrafone).

ALI BABÁ E AS 40 CANÇÕES

ALI BABÁ E AS 40 CANÇÕES
ÓPERA ISTO
Ópera/teatro musical
Co-produção: Casa da Música / Opera Isto
11 e 12 de Fevereiro| Quarta e Quinta| 10h30 e 14h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros - sessões escolares requerem marcação prévia.
M/4
Duração: 60 m
SINOPSE
Quem anda a roubar canções?
Envolvendo peripécias e personagens irrequietas, como os irmãos Mustafá e Mustafá Sustenido, para além do próprio Alibabá e da sua companheira Maria, este espectáculo encenado promove, com humor, uma abordagem didáctica ao universo da canção e da música com ressonâncias orientais. O repertório clássico deixa tocar-se pelos contos mágicos do Oriente, manifestando um tesouro musical digno d'As Mil e Uma Noites.
Alibabá repete um sonho que o atormenta desde o dia em que lhe roubaram as canções. As suas canções, roubadas durante a noite, algures durante a sua permanente viagem de nómada, deixaram na sua vida um vazio insubstituível. Mas, de repente, ouve-se o canto da caravana “zumgaligaligalizumgaligaligalizumgaaaa” e o som do seu canto acorda Alibabá. À cabeça da caravana, os irmãos Mustafá e Mustafá Sustenido, revelam-se personagens misteriosos. Alibabá tem uma ideia parecida com a de Pedrillo na ópera o Rapto no Serralho, de Mozart: se um muçulmano não bebe álcool, este há-de ter nele um efeito devastador. Só assim se poderá saber se eles têm a chave para que a música volte a sorrir a Alibabá. O perfume da mesa farta estende-se a um inspirado convívio musical que desaguará numa alucinante viagem de tapete voador (que mais não é do que um tapete de cozinha movido a vento, por um ventilador de verão.)
ALIBABÁ E AS 40 CANÇÕES é um conto de amor às canções (que para Alibabá significam pouco menos do que os próprios pulmões).
Ficha Técnica e Artística
VOZES: Ângela Alves, Mário João Alves, Gabriel Neves, Miguel Reis
PIANO: João Tiago Magalhães
TEXTOS: Mário João Alves
ENCENAÇÃO: Mário João Alves
DISPOSITIVO CÉNICO, FIGURINOS E ADEREÇOS: Ópera Isto
DESENHO DE LUZ: Nuno Almeida
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO E DIRECÇÃO DE CENA: Paula Conceição

LONGE DO CORPO

LONGE DO CORPO
Controverso, intenso e provocador, mas necessário para reconhecer diferenças e superar preconceitos. O vosso Carlos nunca existiu...
Teatro
5, 6 e 7 de Fevereiro | quinta, sexta, sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/14
Duração: 75 m
  
SINOPSE
“O vosso Carlos nunca existiu. É um fantasma, uma carcaça, que vocês querem conservar e esconder. Não é a convencerem-se de que isto vai passar que passa. Não passou. E a prova disso é que, todas as noites me fecho no meu quarto para poder existir. Para poder olhar-me ao espelho e sentir-me um pouco melhor.”
Numa altura em que, para Carlota, fazer desaparecer Carlos, a encaminha para o desespero, Rogério cruza-se com ela. Os dois juntos iniciam uma viagem onde o corpo e o amor não têm forma.
DA AUTORA
A transexualidade é um tema incrível. Admira-me que esteja tão pouco representada no teatro. Uma pessoa que nasce com um corpo que não é o seu, que, desde criança, sente que a sua alma não pertence àquele corpo. Como o actor, que representa uma personagem, que vive um mundo que não é o seu. Com este projecto cresci, aprendi que temos uma série de ideias feitas acerca das coisas, do mundo. Falar com a Letícia (antes Leandro), com o António (em breve Telma), e com outros transexuais de coragem, mostrou-me que, por muito que queiramos, por vezes, não conseguimos encaixar a realidade nos conceitos. Exigem-nos um mundo organizado, para não nos confundirmos, mas a verdade é que somos bem mais do que homens ou mulheres, somos, acima de tudo pessoas. Pessoas. PESSOAS.- Marta Freitas
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
CRIAÇÃO E PRODUÇÃO | Mundo Razoável AC
TEXTO ORIGINAL, DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO | Marta Freitas
INTERPRETAÇÃO | Paulo Moura Lopes, Pedro Mendonça e Vítor Fernandes
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL | Natasha Semmynova
SONOPLASTIA, MÚSICA ORIGINAL E PARTICIPAÇÃO AO VIVO | Vítor Rua
DESENHO DE LUZ | Bruno Santos

CENOGRAFIA E FIGURINOS | Catarina Barros
DESIGN GRÁFICO | Inês Vieira
COPRODUÇÃO
TEATRO MUNICIPAL CONSTANTINO NERY
CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO
BALLET TEATRO
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE
 BALLET TEATRO CONTEMPORÂNEO DO PORTO
PARCERIAS DE PRODUÇÃO
TEATRO NACIONAL SÃO JOÃO
CÃO DANADO
TEATRO DO FRIO
PARCERIAS DE CONSULTADORIA
JANO (Associação de Apoio a pessoas com Disforia de Género)
SOCIEDADE PORTUGUESA DE SEXOLOGIA
OBSERVATÓRIO NACIONAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO

Exposição de fotografia de Daniel Rodrigues | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Exposição de fotografia de Daniel Rodrigues

Titulo: Awá Guajá - A lutar pelas origens
De 5 Dezembro a 28 de Fevereiro, Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Daniel Rodrigues, fotógrafo, natural de Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão, venceu recentemente, em 2013, o primeiro prémio da categoria “Daily Life” (vida quotidiana) do World Press Photo.
www.danielrodriguesphoto.com
 
A tribo indígena Awá Guajá vive na Floresta Amazónica, no estado brasileiro do Maranhão, dividida em quatro aldeias: Awá, Tiracambú, Juriti e Guajá. Um total de 400 pessoas a viver o mais perto possível da pureza das suas origens. Os dias de caça são longos, mas não poupam ninguém: hoje, crianças e mulheres encabeçam também as expedições pela densa floresta. Aqui não há idades certas (a última destas famílias foi descoberta à menos de dez anos), apenas o dia-a-dia da sobrevivência.
A ajuda das instituições responsáveis pela sua preservação leva até à comunidade poucas palavras em português, roupas de uma sociedade urbana e raros utensílios para uma vida diária facilitada. Mas o objetivo é ser mais um braço na luta contra a invasão crescente de madeireiros em busca do bem mais precioso da floresta amazónica, das árvores que lhe dão o sobrenome: Pulmão da Terra.

”.