quinta-feira, 12 de março de 2015

Assim, tipo... dança contemporânea de Tiago Rodrigues

Comemoração do Dia Mundial da Dança 2

Assim, tipo... dança contemporânea de Tiago Rodrigues
Companhia Instável
Dança
1 de maio| sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 60 m

Esta criação da Companhia Instável é assinada por Tiago Rodrigues. O ator, encenador e dramaturgo propõe um espetáculo "com iguais doses de ironia e ingenuidade", que promove o cruzamento da dança contemporânea com outras expressões artísticas, levando o grupo a experimentar diferentes processos criativos.

Pedir a um artista de teatro para criar uma peça para bailarinos é assim tipo dança contemporânea.
Começar a criar uma peça por pedir às pessoas mais diversas para descreverem em tempo real o que vêem quando um bailarino dança é assim tipo dança contemporânea.
Obedecer ao relato das pessoas mais diversas para construir uma coreografia é assim tipo dança contemporânea.
Acreditar que qualquer pessoa pode ser um coreógrafo é extremamente assim tipo dança contemporânea.
Não saber completamente o que vai acontecer em palco quando o espectáculo começa é assim tipo dança contemporânea.
Ter um título para a peça onde se encontram doses iguais de ironia e ingenuidade é, sem sombra dúvida, assim tipo dança contemporânea.

 Direcção Artística | Tiago Rodrigues
Assistência artística | Mafalda Deville
Intérpretes | Bruno Alexandre, Diletta Bindi e Liliana Garcia
Cenografia e Desenho de luz | Thomas Walgrave
Vídeo | Bruno Canas
Pós- Produção Áudio | Cristóvão Faria Carvalho
Director Técnico | Ricardo Alves
Estagiários à criação l Ana Beatriz Dias e Renato Gomes
Co-produção| Espaço do Tempo
Apoio| Escola Superior de Artes e Design e Matinal


CATABRISA em Famalicão

Comemoração do Dia Mundial da Dança 1
CATABRISA
Joana Providencia, Gémeo Luís e Eugénio Roda
“Catabrisa ... é um exercício de precisão coreográfica, entre a dança, o circo e o teatro que nos deixa rendidos desde o início. O modo como os diferentes autores foram combinando as suas linguagens, mergulhando os espectadores (a peça é para idades compreendidas entre os 6 e os 10, mas merece ser vista por todos) num mundo onde há palavras que não se encontram…. “ Por Tiago Bartolomeu Dias
Dança |Circo |Teatro
29 e 30 abril| quarta e quinta |10h30 e 14h30  | Pequeno auditório
Pulico alvo - estudante do 1º ciclo | sessões escolares requerem marcação prévia
Lotação - 50  para escolas),
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Público-alvo | Crianças dos 6 aos 10
Duração: 50 m
 Olha à tua volta: tudo se mexe. Tudo mexe com tudo. Até a respirar mexemos com o ar.
Já ouviste dizer que esta brisa que sentes no cabelo, pode vir do outro lado do mundo, onde uma pequena borboleta bate as asas? Ou que pode vir do teu interior, da tua força de vontade?
Talvez esta seja uma história sobre o vento, pois é com o vento que vão e vêm as sementes, é com o vento que vão e vêm as ideias e a vontade de mudar o mundo.

Um menino, em tudo igual a todos os meninos, vive as maiores aventuras de sempre: a aventura da curiosidade, do desejo, da descoberta, do espanto, da invenção, a aventura de quem nasce e cresce com o corpo e a mente aos rodopios. Do livro Catavento (Eterogémeas), nasceu um espetáculo: Joana Providência encenou e coreografou, Manuel Cruz musicou, Luís Mendonça desenhou cenografia e figurino, Emílio Remelhe escreveu e Filipe Caldeira interpretou. Juntos criaram um espaço de ideias em forma de sensação, um lugar de sensações em forma de gesto, um sítio de gestos em forma de som, um mapa de sons em forma de sombra, um mundo de sombras em forma de história para todos. Para todos verem, ouvirem, sentirem e pensarem com a forma de ver, ouvir, sentir e pensar de cada um.
 
EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto | Eugénio Roda a partir do livro Catavento (Edições Eterogémeas) de Gémeo Luís e Eugénio Roda
Conceção e direção coreográfica | Joana Providência
Dramaturgia | Eugénio Roda (Emílio Remelhe)
Criação, cenografia e figurinos | Gémeo Luís
Interpretação | Filipe Caldeira
Música | Manel Cruz
Direção técnica | Ricardo Alves
Produção executiva | Companhia Instável
Uma encomenda | Maria Matos Teatro Municipal
Coprodutores | Centro Cultural Vila Flor, Cine-teatro Joaquim D’Almeida, Comédias do Minho, Companhia Instável, Fundação Lapa do Lobo, Fundação Casa da Música e Maria Matos Teatro Municipal

Casa das Artes e a envolvente - Freguesias de Bairro e Delães

Casa das Artes e a envolvente
“3 Porquinhos”
Era uma vez três porquinhos, que viviam tranquilamente sem preocupações…
Jangada teatro
Teatro musical com marionetas
27 Abril |10h30 |Freguesia de Bairro |Fundação Castro Alves
28 Abril |10h30| Freguesia de Delães |Escola EB 1 Loureiro
M/4
Duração Aprox.: 45 min
 Ficha Técnica
Dramaturgia e Encenação | Luiz Oliveira
Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes
Música Original e Pianista | Ricardo Fráguas
Desenho de Luz | Nuno Tomás
TRALHAS MELÓDICAS 2 | 25 de abril
Performance| música e poesia
25 de abril  Sábado| 21h30 | café concerto
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 75m
Voz -José Aguiar,
Guitarra - Pedro Moniz
kika Santos- Percussão/ambientes sonoros
Este projecto assiste uma vertente bastante pessoal, direccionada estritamente aos hipotéticos devaneios mentais que qualquer humano comum alberga, expondo práticas que se fundamentam no sentido de olhar com olhos de ver, sentir! Pois não é à toa que enumeras vezes só sentimos quando vemos. É através destes poemas oriundos de um surrealismo natural, sustentado por uma antagónica e usual prática comum a quem faz da vida um mero carreiro da decência forçada, que estes cérebros em causa comungam em sintonia a atitude de se exporem mediante quem ousa os acompanhar, quer com os que partilham os seus mais elaborados raciocínios, quer com os que optam por simplesmente criar analogias perfeitas com quem partilha tais ideais.

….ainda Abril, sob o signo da liberdade

….ainda Abril
sob o signo da liberdade
Música e  literatura
24 de abril| sexta | 21h30 | café concerto
Entrada: livre
M/6
Duração: 70 m
Sob o signo da liberdade,    ainda Abril “ , apresenta-se como um espaço poético-musical à volta dos poetas que nos trouxeram a esperança de um novo dia.
Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, Ary dos Santos, Manuel da Fonseca, Manuel Alegre, José Afonso, e tantos outros, resistiram poeticamente à tirania de um poder que acabou caído na rua para gáudio de quem esperava “ um dia inteiro e limpo “ e ansiava saber “ a cor da liberdade “.

com:
Ivo Machado – cantor
Carlos Carneiro – guitarra
António Sousa – declamador

MADALENA, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

MADALENA
A partir de Frei Luiz de Sousa de Almeida Garrett.
Ensemble - Sociedade de Actores
Teatro
22 e 23 de abril | 10h30 e 15h00 |Quarta e quinta | Grande Auditório
Pulico alvo - estudante do 3º ciclo/secundárias | sessões escolares requerem marcação prévia
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
 M/6
Duração: 70 m


D. Madalena de Vilhena vive num “inferno”: torturada por um obsessivo sentimento de culpa, o seu desassossego, o seu pavor, os seus pressentimentos hipotecam o seu dia-a-dia a algo de terrível que há-de vir e nega a si própria toda a felicidade que o presente lhe oferece. Tudo isto é construído pela certeza interior de ter cometido o “crime” de ter amado Manuel de Sousa Coutinho ainda em vida do primeiro marido e se ter casado segunda vez sem ter a prova de morte de D. João de Portugal. Telmo Pais alimenta esse “inferno”: acusador, ele é a própria reencarnação do passado que penetra no presente e anuncia um destino fatal. O regresso de um desaparecido – representação mumificada de um passado distante – vem dar corpo a essa culpa. E mesmo esse é “ninguém”.
No respeito pelas ideias e palavras de Almeida Garrett em “Frei Luís de Sousa” e destinado aos alunos do ensino secundário, este espectáculo contará com uma forte componente musical.
Ficha Artística
Encenação – Jorge Pinto
Música – Ricardo Pinto
Com
Emília Silvestre
Marcelo Rúben Aires  
Ricardo Pinto
Teresa Coimbra
Jorge Pinto
Pedro Lamares
António Parra
Desenho de luz – José Álvaro Correia
Figurinos – Cátia Barros
Ass. Encenação - Vânia Mendes

Gisela João na Casa das Artes Vila Nova de Famalicão

Gisela João
Música / Fado
18 de abril| sábado | 21h30 | grande auditório
Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/6
Duração: 70 m

MELHOR DISCO DE MUSICA PORTUGUESA EM 2014
Revista Blitz | Jornal Expresso | Jornal Publico | Cotonete | Time Out | Globos de Ouro 2014 (Melhor Intérprete)

O ano em que se estreou com um disco que depois de ter sido entusiasticamente recebido pela crítica, especializada e não só, foi considerado o melhor álbum nacional do ano por publicações de referência como a Blitz, o Expresso, o Público, a Time Out, o site musical Cotonete e mesmo os Globos de Ouro tendo atingido vendas que já lhe valeram um Disco de Ouro.
Hoje, em 2014, depois de ter começado o ano a esgotar a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, já ninguém duvida que este primeiro disco de Gisela João revela uma fadista de excepção e que é um marco na História do Fado contemporâneo.
Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, ­nalmente, o canto impor a sua vontade e a levar para Lisboa.
Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à mítica discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz. Faltava gravar um disco, esse grande desafi­o. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal e iniciaram as gravações.
O disco saiu a 01 de Julho de 2013, duas semanas depois alcançou o primeiro lugar no Top de vendas nacional e foi considerado pela grande maioria dos críticos nacionais o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI, valendo-lhe o prémio revelação Amália, com quem o seu talento já foi comparado várias vezes.
VII MOSTRA DE TEATRO ESCOLAR DE VILA NOVA DE FAMALICÃO - MOTE
MOTE – Mostra de Teatro Escolar de Vila Nova de Famalicão
13 a 17 de abril de 2015
Serviço Educativo da CASA DAS ARTES
Entrada livre até à lotação dos Auditórios

Grupos Escolares com marcação prévia
Inserida na Quinzena da Educação e pelo sétimo ano consecutivo, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através dos Serviços Educativos da Casa das Artes, realizará a MOTE – Mostra de Teatro Escolar. Este evento tem como objetivos, promover, apoiar, e valorizar as iniciativas artísticas e culturais, divulgando o trabalho desenvolvido, no campo teatral, pelas instituições educativas do concelho e ainda,  incentivar a arte do teatro entre os jovens alunos e enriquecer o conhecimento daqueles que apostam nesta área.

GUARDA MUNDOS – Estreia na Casa das Artes


GUARDA MUNDOS – Estreia
Teatro Didascália
Teatro físico
9,10, 11 abril| Quinta, Sexta, Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/6
Duração:60 m

Que memórias estão presentes na roupa que vestimos ou nos objectos que utilizamos ao longo de uma vida? Que histórias ficam guardadas em gavetas? O que guarda um guarda-fatos?
Guarda Mundos é um espetáculo construído sobre um objeto muito particular, o guarda-fatos. Este objecto é na infância símbolo de refúgio e de portal para uma outra dimensão, capaz de atrair a curiosidade das crianças e as catapultar para o universo da imaginação.
A peça explora universos fantásticos através do jogo com peças de roupa, lençóis, peluches, cabides. O resultado é uma viagem vertiginosa com uma paisagem recheada de personagens grotescas, num espetáculo acrobático, com uma forte componente visual e simultaneamente mágico.
Guarda Mundos é um mergulho no espaço íntimo, uma viagem pelo imaginário individual com uma paisagem recheada de medos, desejos e sonhos.

FICHA TÉCNICA
Encenação: BRUNO MARTINS
Criação e Interpretação: BRUNO MARTINS, CLÁUDIA BERKELEY e LUCIANO AMARELO
Música Original: ALBERTO FERNANDES
Cenografia: SANDRA NEVES
Figurinos: CLÁUDIA RIBEIRO
Desenho de Luz: VALTER ALVES
Apoio à acrobacia aérea: JULIANA MOURA
Vídeo: LUÍS FERNANDES
Fotografia: TIAGO BRAGA
Coprodução: TEATRO DA DIDASCÁLIA; CASA DAS ARTES DE V. N. DE FAMALICÃO; TEATRO MUNICIPAL DO PORTO; CENTRO DE ARTES DE OVAR; TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA

Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos


Charles Landelle (1821-1908), Jovem boémio sérvio, 1872. Nantes, museu de Belas Artes.

Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos
Uma organização da Casa das Artes e Sentido Directo
Convite à Viagem: quando o exotismo se apodera dos sentidos e alimenta as fantasias dos artistas do século XIX.
Oradora Helena Machado
8 de abril| Quarta| 15h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 4 euros | Seniores e Estudantes 2 euros
Duração 90 m




Concerto de Páscoa - Requiem 0p 48 de Gabriel Fauré

Concerto de Páscoa 
Requiem 0p 48 de Gabriel Fauré
Concerto inserido na programação da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.
Música Coral Sinfónica
1 de abril| quarta-feira | 21h30 | Igreja Nova Matriz de Famalicão
Entrada: livre
M/6
Duração: 90 m
Coro do Círculo Portuense de Ópera
Orquestra Clássica da FEUP
Barítono José Corvelo
Soprano Joana Silva
MAESTRO José Eduardo Gomes

 Programa:
- Abertura da ópera A Flauta Mágica, k 620 de W. A. Mozart
- Cantique de Jean Racine de Gabriel Fauré
- Pavane, Op. 50 de Gabriel Fauré
- Requiem Op.48 D minor de Gabriel Fauré
            1. Kyrie
               2. Ofertório
               3. Sanctus
               4. Pie Jesu
               5. Agnus Dei
               6. Libera me
               7. In Paradisum

O maestro José Eduardo Gomes nasceu em 1983 e é natural de Vila Nova de Famalicão. Músico e instrumentista versátil estudou clarinete na Artave e na ESMAE - Porto,  onde  se  licenciou  na  classe  de António Saiote, prosseguindo estudos de Direcção de Orquestra na Haute École de Musique de Genève (Suíça)  na  classe  de  Laurent Gay  e Direcção Coral  na  classe  de Celso Antunes.
Foi premiado em concursos nacionais e internacionais, onde se destacam: “Prémio Jovens Músicos”, “Concurso Marcos Romão” e “Concurso Internacional Villa de Montroy, Valencia”.
 Para a temporada 2013/2014 tem já agendado concertos com as mais destacadas orquestras nacionais, diversos estágios e masterclasses, bem como algumas apresentações no estrangeiro.

terça-feira, 10 de março de 2015

Exposição de Artur Baptista na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Exposição de Artur Baptista
Titulo: “Uma sustentável leveza”
6 de Março a 29 de Abril , Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Esta “Sustentável Leveza” assenta em três pilares estruturais:
Procura de equilíbrios assimétricos
Utilização expressiva do movimento
Afirmação do vazio como elemento construtivo.
A mostra é constituída por dezoito composições cuja policromia nasce de uma paleta previamente determinada e plasmada sobre um suporte de tecido. Os numerosos elementos que, criteriosamente associados, vão construir cada conjunto, são desenhados à tesoura. Respeitam a sua posição, correlacionando-se entre si por alinhamentos e justaposições diversas.
Assim se vence o "horror ao vazio", respeitando-o e conferindo-lhe um valor estrutural, imprescindível na criação de uma leveza sustentável.
 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

THE SHAMAN’S CALL - Sandy Kilpatrick + André Silvestre (convidado especial) - CdA Famalicão

THE SHAMAN’S CALL
Sandy Kilpatrick + André Silvestre (convidado especial)
Música indie folk
28 de Março| sábado| 21h30 | Grande auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 90 m
Sandy Kilpatrick, cantautor escocês radicado em Portugal, reconhecido pela crítica aquém e além-mar, tem um novo álbum, “The Shaman’s Call”, na sua forma final, com lançamento agendado para a Primavera de 2015.
“The Shaman’s Call”, conta com um alinhamento de nove músicas, espelho da alma de Kilpatrick, num trabalho onde a voz estará mais despida e viva que nunca. Transformações musicais, desafios e decisões, definem em grande parte um dos álbuns mais sólidos e genuínos de Kilpatrick.
Há 11 anos, Sandy Kilpatrick, perguntava em modo experimental, “Am I welcome here”, pergunta de quem escolhia um novo pais para viver. Desde então, seguiram-se as “Incandescent Night Stories”, um álbum com histórias e imaginários de um músico a caminhar para uma gramática musical que hoje o identifica. Histórias essas, que deram o mote para um escocês sentido em “The Ballad of the Stark Miner”, um EP de cinco músicas que nos prepara para uma viagem absolutamente obrigatória: “Terras Últimas”. Por estradas e costas se fez um áudio-livro singular e, no amadurecer de uma viagem, nasceu uma “Redemption Road”, álbum editado em 2012, que habilmente nos conduziu para o EP “Your Love is a Weapon”.

No dia 28 de Março de 2015, Kilpatrick volta à sua segunda casa (adoptada), Casa das Artes de Famalicão, com André Silvestre (pianista), para apresentar o seu mais recente álbum e concerto, “The Shaman’s Call”.

Portugal, Meu Remorso | A partir de textos de Alexandre O’Neil na Casa das Artes

Dia Mundial do teatro
Portugal, Meu Remorso
A partir de textos de Alexandre O’Neil
Direcção Artística e Interpretação de Ana Nave e João Reis
Teatro
27 de Março| Sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 75m
Seria difícil imaginar uma cabeça mais feérica e tão distintamente irónica como a de Alexandre O´Neill para, na possibilidade de uma travessia pelo Portugal dos nossos dias ( o país europeu comtiques e vícios de ontem ) lhe dar um sentido à altura das suas enormes encruzilhadas.
Verbalizar os dislates da vida e do amor à luz de um país incerto, é um exercício que na escrita e na personalidade de O´Neill se transforma numa espécie de combustível sem limites, desígnio perfeito para uma vida inspirada: "Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor / O tapete que vai partir para o infinito / Esta noite ou uma noite qualquer".
Quando num café do Príncipe Real nos juntámos para dar um destino ao nosso enorme apreço pelo poeta, também nós procurávamos esse difícil compromisso entre tornar legíveis as várias explosões de sentido da sua poesia e ao mesmo tempo revelar uma unidade dramatúrgica que fosse visível para todos nós: imagens, canções, visões periféricas.
Se em muitos aspectos O´Neill foi um poeta incompreendido e indecifrável, como o é tantas vezes a nossa "vidinha", é certo que se tornou um dos grandes do século XX, com vida cheia e literalmente profícua e a contaminar tantas e tantas criaturas. Portugal, Meu Remorso é um tributo assumido das nossas inquietações e incertezas, da nossa admiração pelo poeta que apostava tudo na vida "mesmo que errada".
Esta noite ou uma noite qualquer, com algumas palavras de ódio e outras de amor, a nossa viagem é ao Portugal infinito de Alexandre O´ Neill.

Ficha Técnica
Direcção Artística e Interpretação: Ana Nave e João Reis
Texto: Maria Antónia Oliveira
Apoio Dramatúrgico: Rui Lagartinho
Movimento: Félix Lozano
Espaço Sonoro: Francisco Leal
Vídeo: Patricia Sequeira e Duarte Elvas
Desenho de Luz: João Cachulo
Figurinos: Rafaela Mapril
Produção Executiva: Mónica Talina

Co-Produção: O Lince Viaja e São Luiz Teatro Municipal

António Zambujo na Casa das Artes de Famalicão

António Zambujo| Rua da Emenda
 Música
21 de Março| sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/6
Duração: 70 m
Rua da Emenda, o 6.º álbum de originais de António Zambujo, é, afinal, uma avenida do mundo onde coabitam as sonoridades do Brasil, França, Uruguai e do continente africano trazidas, claro está, para a dimensão portuguesa.
Pica do 7, o primeiro single, é o reencontro entre Zambujo e um dos seus mais antigos parceiros, Miguel Araújo. Juntos, desenham o cenário do eléctrico e romantizam a típica figura do revisor. Outros são os colaboradores habituais que marcam presença em Rua da Emenda, – de João Monge a Maria do Rosário Pedreira, de José Eduardo Agualusa a Pedro da Silva Martins, entre outros – uma festa onde ainda há espaço para novos encontros, como acontece com Samuel Úria e José Fialho Gouveia, para citar alguns.
Nos 15 temas que completam Rua da Emenda cabem também emocionantes tributos aos talentos imortais de Noel Rosa (confirmando a paixão de António Zambujo pela música brasileira), Serge Gainsbourg (com La Chanson de Prévert reinventada pela magia da guitarra portuguesa), Jorge Drexler (o uruguaio que já ganhou um óscar), Rodrigo Maranhão e Pedro Luís (mais dois brasileiros da linha da frente).

Ao vivo, António Zambujo enche o espaço e pára o tempo com a sua voz e guitarra, cheias de recantos e subtilezas, na companhia de músicos de excepção, dirigidos pelo seu contrabaixista e director musical, Ricardo Cruz. O público é convidado a participar para que, a uma só voz, ecoem as emoções dos protagonistas e sentimentos universais, a que Zambujo sabe dar vida de forma ímpar, nas suas canções.

SALPICOS GULOSOS DE COR | ESTREIA

SALPICOS GULOSOS DE COR | ESTREIA
Uma Coprodução entre o CRESCER ALÉM DA DANÇA- Associação para o ensino e desenvolvimento da Dança e em com a Casa das Artes de Vila Nova de
Este bailado é inspirado no conto dos irmão Grimm  “ A Casinha de Chocolate”.
Dança
14 e 15 de março | sábado 21h30 | Domingo 18h00|| grande auditório
Entrada: 6 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 60 m
É um bailado que será levado a cena por 50 bailarinos em formação, de diferentes idades, da Crescer Além da Dança e que é baseado no conto dos irmão Grimm  “ A Casinha de Chocolate”.
Esta história é baseada na vida pobre de um casal e seus filhos e na decisão de os abandonarem na floresta para que possam encontrar outra forma de sobrevivência, visto que eles não tinham comida para alimentar toda a família.
Decisão complicada para o pai mas muito incentivada pela madrasta má.
A verdade é que os  dois   irmãos depois de terem superado várias necessidades e momentos verdadeiramente assustadores conseguem chegar a casa no fim de toda a história ricos e capazes de viverem felizes para sempre com a sua família.
Eis que é dentro deste enredo de drama , sorte e amor que se desenvolve todo o nosso bailado, cheio de momentos assustadores e outros mágicos.

E é assim que mais uma vez estaremos no palco na Casas das Artes de V. N. de Famalicão com verdadeira entrega e paixão e também cientes da enorme oportunidade e responsabilidade que é para todos nós estarmos a fazer o que mais gostamos na vida! DANÇAR!!

ESTREIA Trago-te na pele . Com encenação de Luisa Pinto, texto de Marta Freitas e Interpretação de Isabel Carvalho e Pedro Almendra.

Trago-te na pele ESTREIA
Duas narrativas, dois casais, duas relações. Duas perspetivas diferentes sobre o mesmo tema: o amor.
Uma Coprodução do Cine Teatro Constantino Nery de Matosinhos e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
6 e 7 de março | sexta, sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/14
Duração: 75 m
Duas narrativas, dois casais, duas relações. Duas perspetivas diferentes sobre o mesmo tema: o amor. Um casal de escritores aparecerá em projeção vídeo, outro casal, de artistas plásticos, no palco. Duas realidades distintas que acabam por se intersectar. Cada uma das relações é, simultaneamente, de interdependência e rivalidade, de influência mútua e de competição. A partir de uma ideia original de Luisa Pinto, que desafiou Marta Freitas a escrever um texto especialmente para este projeto, Trago-te na pele joga-se na hibridez entre o palco e a tela, transpondo “barreiras entre o real e o imaginário” .

Luisa Pinto (n. 1965) é encenadora e professora na Escola Superior Artística do Porto, onde também concluiu um mestrado em Teatro e Encenação. Diretora artística do Cine teatro Constantino Nery desde 2007, tem privilegiado, no seu trabalho, textos de autores de língua portuguesa e mantido uma relação estreita com o Brasil. Desenvolve desde 2006 um projeto de reinserção social que reúne reclusos e atores profissionais.

Texto – Marta Freitas
Encenação – Luisa Pinto
Intérpretes - Isabel Carvalho e Pedro Almendra
Realização vídeo, cenografia e figurinos - Luisa Pinto
Direção Musical – Carlos Tê
Arranjos musicais – Nicolas Tricot
Desenho de Luz – Bruno Santos
Assistente de encenação – João Costa
Captação vídeo e edição – Carlos Costa
 Diretor de fotografia – Rodolfo Guedes
Assistente de vídeo – Luis Monteiro
Diretor de fotografia – Rodolfo Guedes

Coprodução Cine Teatro Constantino Nery/CMM e Casa das Artes de V.N. Famalicão