Quinta-feira, Julho 03, 2008

Rua 10

Teatro
Atelier Baú dos Segredos
25 e 26 Julho, sexta-feira e Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros.
M/3
Duração: 70 m

Era uma vez numa cidade!...
Um bairro! Um velho bairro!
Na zona norte da cidade!
Uma rua!... A Rua 10!
No tempo em que uma era terminava e outra espreitava já à esquina...
Hoje não passa de uma zona fantasma,... abandonada,... à espera de demolição. Mais dia menos dia,...vai dar lugar a mais um parque de estacionamento ou a um moderno dormitório da cidade...
Às vezes,... no vento que varre a rua ainda se conseguem ouvir algumas vozes do passado,... se soubermos escutar com atenção...
Parece que nas paredes ficaram gravados pedaços dos sonhos...
Sons familiares que o vento arrasta na sua passagem....e se diluem no tempo...

Eis o que se nos revela, levantando uma pontinha do véu, desta segunda obra do Baú dos Segredos, que sobe à cena nos dias 25 e 26 de Julho.
A encenação e cenografia é de João Regueiras.
Os figurinos da Carmen Regueiras.
A produção da Casa das Artes/João Regueiras.

Sábado, Junho 14, 2008

An evening with…Rickie Lee Jones


Concerto único na Europa


Rickie Lee Jones - piano, guitar, vocal

Jose Maramba- bass gtr, vocal

Petra Haden - violin, vocal

12 de Julho 2008
22h00, Grande Auditório
Myspace de Rickie Lee Jones
http://www.youtube.com/watch?v=Npa-chtOCtA

Sábado, Maio 31, 2008

“An evening with…Rickie Lee Jones”


Rickie Lee Jones ganhou dois Grammys e foi nomeada para oito.

Rickie Lee Jones - piano, guitar, vocal.
Jose Maramba- bass gtr, vocal.
Petra Haden - violin, vocal.

Concerto único em Portugal.
Apoio Antena 3
12 Julho, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros.
M/3
Duração: 80 m
Nascida a 8 de Novembro de 1954, Rickie Lee Jones presenciou com tenra idade o desenvolvimento dos tumultuosos anos 60 bem como o romper com o casulo do “american dream”.
Depois de uma adolescência considerada rebelde, Rickie Lee mudou-se para a “Cidade dos Anjos” a eterna L.A., trabalhando como empregada de mesa e actuando em alguns clubes, amadurecendo e enriquecendo o seu background enquanto songwriter, moldando lentamente o seu destino ao sabor da loucura e da diversidade cultural emergentes na Califórnia.
No decorrer da década de 70 Rickie Lee conhece Sal Bernardi que viria a ser seu colaborador, bem como Tom Waits por quem se apaixonou. Foi durante estes anos que trava também conhecimento com Chuck E. Weiss, que viria a inspirar o seu maior êxito comercial “Chuck E´s In love”.
Sob o ponto de vista pessoal, este é talvez o período mais interessante da vida de Ricky Lee onde não faltam especulações sobre o eventual relacionamento a 3 com Waits e Chuck nos loucos dias (E noites) do “Tropicana Hotel”.
Entre inúmeras nomeações para Grammys, Rickie viria a conquistar este prémio por duas vezes. Em 1980, o Grammy na categoria de “Best new artist”. em 1990 na categoria “Best jazz vocal performance” com a música “Making whoopee”. Em 1999 a VH1 lançou o repto aos telespectadores para que votassem nas 100 melhores artistas femininas do Rock and Roll, tendo Rickie Lee Jones recebido a honra do trigésimo lugar, ficando à frente de nomes como Tori Amos, Sheryl Crow, Bjork, Barbra Streisand, Pj Harvey ou Whitney Houston.
“The Sermon on Exposition Boulevard “ do ano passado é o seu mais recente longa duração. Quase três décadas depois do inevitável “Ricky Lee Jones” de 79.
Um longo percurso na história da música popular com um cunho muito pessoal que lhe confere já um estatuto de entidade do Rock ‘n’ Roll.

12 de Julho será o reencontro de Ricky ao piano com o público nacional, numa noite de celebração, intransmissível e pessoal, no auditório de todas as emoções, na Casa das Artes, de VNF.

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, de 30 de Junho a 6 de Julho.


Dança contemporânea
4 e 5 Julho, Sexta-feira e Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
www.theplace.org.uk

Gala final dos workshops
6 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros

Pelo sexto ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a companhia inglesa, entre 30 e 6 Julho, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 20 de Junho, máximo de 25 participantes, o custo 20 euros. Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 6 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.

Quarta-feira, Maio 21, 2008

Rufus Wainwright - Special Solo Show


28 + 29 Junho, Sábado e Domingo, 22h00, Grande Auditório.

Concertos únicos em Portugal. Apoio Antena 3

Entrada: 30 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.rufuswainwright.com/

Rufus Wainwright – No diário das nossas paixões
Não esperem na Casa das Artes o exuberante artista com em Judy! Judy! Judy! Mas um Rufus à procura do silêncio das palavras e do ritmo de um piano solitário.
Depois do reconhecimento internacional com “Want One” este Canadiano não mais parou de nos surpreender com canções simples e lindas.
Rufus é o brilho da manhã, as sombras de uma longa noite de paixão.
Solo Special Show – Rufus Wainwright – Na Casa das Artes… Porque a magia acontece
Bilhetes à venda nos seguintes locais
Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)

Braga:
Louie Louie

VNF:
Casa das Artes

UNIÓN SALSERA - o Calor da música Cubana!

Música Latina
27 de Junho, sexta-feira , 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração : 90 m
www.gproducoes.com/unionsalsera.html

Em 22 de Maio do ano 2000, um grupo de Músicos Cubanos de diferentes conservatórios de música em cuba e residentes na cidade do Porto, decidiram unir seus esforços e criar uma Banda de Música Cubana e latina que fosse capaz de entregar ao público português e do mundo a frescura e o sabor tradicional dos ritmos cubanos.
Assim nasce “UNIÓN SALSERA”, que desde os primeiros momentos cativou o público com o seu espectáculo e sabor tropical , rodeados de admiradores e fieis seguidores dos seus ritmos latinos.
“UNIÓN SALSERA”, sob a direcção do seu pianista Reinaldo Milanes, começou uma carreira que dura até aos dias de hoje com o mesmo entusiasmo e dedicação que sempre os caracterizou.
Com um repertório variado como (Merengue. Regguetón ,Cha Cha Cha, Cumbia, Plena, Bachata, e claro a Salsa Cubana que tantos admiradores conquistou por todo o mundo.

OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON

Um elenco de luxo: António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme.

20 e 21, Sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 13 euros
M/12
Duração 90 m
Os Monty Python abriram os sentidos do mundo não só para a comédia, mas também para alguns temas importantes para as sociedades modernas: como trocar papagaios mortos. Piadas enquanto armas mortíferas. Canibalismo em agências funerárias. A presença de cangurus na Última Ceia.A UAU e os actores JOSÉ PEDRO GOMES, ANTÓNIO FEIO, MIGUEL GUILHERME, BRUNO NOGUEIRA e JORGE MOURATO prestam a devida homenagem aos génios que lhes ensinaram boa parte daquilo que sabem sobre comédia, sobre o lado bonito da vida e sobre a arte de evitar ser esmagado por um pé gigante vindo sabe-se lá de onde, numa sucessão imparável de sketches clássicos dos Monty Python, traduzidos e adaptados por Nuno Markl.Este espectáculo é algo de completamente diferente.


Ficha ArtísticaEncenação ANTÓNIO FEIO Tradução e Adaptação NUNO MARKL Cenário e Adereços F. RIBEIROVídeo TIAGO FORTE Música ALEXANDRE MANAIA Figurinos BÁRBARA GONZALEZ FEIO Desenho de Luz PAULO SABINO Coreografia PAULA CARETO Apoio Vocal CARLOS COINCAS Assistente Encenação SÓNIA ARAGÃO

SEXO é POP no Café concerto


Sebastien Tellier diz que sexo é que é. Vítor Belanciano, jornalista e crítico do jornal Público, tratará de confirmá-lo, numa sessão DJ conjunta com o videasta e fotógrafo Pedro Cláudio (os DJ Guida), com projecções e vídeos eróticos à mistura, numa noite onde o SEXO será a verdadeira estrela POP.

14 de Junho, sábado , 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros /para quem tem bilhete do concerto Sebastien Tellier, no GA, a entrada é gratuita.
M/16
Duração 90 m

Sebastien Tellier – “Sexuality”

Inserido na segunda edição do Afinidades” – Micro festival, cujo curador é o Vítor Belanciano, Jornalista do Jornal Público/Ípsilon.
Concerto único em Portugal. Apoio Antena 3.

14 de Junho, Sábado , 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.sebastientellier.com/

Sebastien Tellier o SEXO é POP
Quando se fala dele, o chavão “génio ou louco” é sempre utilizado. Por uma vez faça-se vénia ao cliché. O francês Sebastien Tellier está exactamente nessa fronteira, não surpreendendo que seja comparado a Serge Gainsbourg, pelo charme embriagado, a Robert Wyatt, pelo lirismo refinado, ao escritor Michel Houellebecq, pelo desatino ou aos Daft Punk, pela máscara. Excêntrico e teatral, mas ao mesmo tempo capaz de expor intimidade, é o verdadeiro artista de variedades desnudado.

Na Casa das Artes de Famalicão estrear-se-á, depois de já ter passado por Portugal, na primeira parte dos compatriotas Air, que o descobriram e fomentaram. Hoje não necessita de padrinhos. É uma personalidade ímpar no panorama gaulês – recentemente capa de revistas incompatíveis como a “Les Inrocktibles”, “Technikart”, “Magic” ou “Trax” – e o seu nome há muito saltou fronteiras, impondo-se na Europa, EUA e Japão.

Têm três álbuns de originais e um de versões, o magnífico “Sessions”. O seu último registo chama-se “Sexuality” e, como sempre, é completamente diferente daquilo que conhecemos dele. Obra de fantasias – ou fantasmas, como se quiser – sexuais é um álbum onde aborda a pop electrónica, numa perspectiva singular, claramente encenada, ou na produção não estivesse Guy-Manuel de Homem Christo, uma das metades dos franceses Daft Punk.

Camaleão insaciável e provocador nato – foi o concorrente francês, cantando em inglês, ao recente Festival Eurovisão da canção – nele nunca sabemos onde começa a personagem pública e acaba a personalidade íntima. É este “cantor romântico”, como ele gosta de se anunciar, que estará em palco, para apresentar “Sexuality”, o álbum onde os espíritos sexuais de Tellier vestem roupas desportivas e onde as canções são tão grandiloquentes como tocantes. Em Famalicão, vamos ter o verdadeiro artista, nú.

Vítor Belanciano
Bilhetes à venda nos seguintes locais

Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)

Braga:
Louie Louie

VNF:
Casa das Artes

Semana da Criança de 2 a 5 de Junho

De Filo a Pavio
Jangada Teatro
Teatro Infantil
2 a 5 de Junho , Segunda a quinta-feira, 10h00 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: Entrada gratuita
M/3
Duração 50 m

“Era uma vez um fiozinho com duas pontas, como todos os fios, mas era muito comprido. andava triste, pois uma ponta não via a outra.”
O fiozinho acreditava que se desse a volta ao mundo, no regresso pudesse encontrar a sua outra ponta. durante a viagem vai descobrir os quatro elementos, com os quais brinca e se delicia.
Continua o seu caminho em direcção às estrelas com passagem de ida e volta. Faz o seu percurso de retorno, enrolando-se sobre si próprio.
No final, dá-se conta de que afinal tudo está dentro dele…

[autor] francisco niebro
[dramaturgia] luiz oliveira e manuel costa dias
[encenação, cenografia, figurinos e boneco] manuel costa dias
[interpretação] faria martins, luiz oliveira, neusa fangueiro e patrícia ferreira
[desenho de luz] xico alves
[OPERAÇÃO DE LUZ E SOM] NUNO TOMÁS

“O Passado é futuro”


Exposição fotografia de António Freitas

A CASA das ARTES de V.N. Famalicão comemora em Junho o seu 7º aniversário. Ao longo destes sete anos passaram pela casa, centenas de espectáculos de todas áreas artísticas, projectando a CASA das ARTES e V.N. Famalicão como centro incontornável da cultura em Portugal. Sendo um ponto obrigatório de passagem e de afirmação, para centenas de artistas nas diversas áreas artísticas, a CA produz, lança e divulga projectos artísticos, nunca esquecendo a sua comunidade, região e país.
Esta exposição mostra alguns desses grandes momentos, através de várias fotografias, na perfectiva de um fotógrafo, que conhece a actividade da CASA das ARTES como poucos.

De 5 Junho a 31 de Julho no foyer da Casa das Artes

Quarta-feira, Abril 30, 2008

Escritos

Depois de três Ep’s em edição de autor - Songs of Freedom (2003), Autumn (2004) e Backyard Desert (2005) o singer-songwriter barcelense, High Flying Bird- Bruno Lopes, lança pela Medusa Records “Escritos”, o disco onde encontra a luz nas palavras e o caminho a percorrer no futuro.
31 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto. Entrada: 5 euros
M/3
Duração 60 m
http://www.hfbird.com/
www.myspace.com/hfbird

High Flying Bird é um projecto musical. Músico nascido em Lisboa no ano de 1978 mudando pouco tempo depois para a cidade de Barcelos, uma pequena localidade situada no norte do Portugal.
Desde de cedo se começou a interessar pelas artes, principalmente literatura e música tendo como principais mentores os poetas da Beat Generation como por exemplo, Jack Kerouac, Willian Burroughs e Allen Ginsberg; os poetas Rimbaud e Walt Whitman e o escritor Hemingway.
High Flying Bird gravou “Escritos” - o seu primeiro longa duração, em pouco mais de quatro horas, sem qualquer tipo de pózinhos mágicos de estúdio, de forma nua e crua, tentando captar apenas a alma e a essência da sua música. O conceito – que sempre existiu e que Bruno Lopes tenta aqui revitalizar – oferece um novo fôlego à sua música e uma identidade ao disco, como que se o cantautor estivesse tranquilamente a tocar na sala da nossa casa
.

Para sempre… Annie?

Co-produção: Casa das Artes/Teatro Experimental do INA
Teatro
30 e 31 de Maio, sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4
Duração 60 m

Assim se denomina esta co-produção do Teatro Experimental do INA com a Casa das Artes de Famalicão e sobe à cena nos dias 30 e 31 de Maio, no Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão, às 21.30h.
Trata-se de uma adaptação à obra, já consagrada no cinema, “The Miracle Worker” de William Gibson.
A encenação, direcção artística e adaptação é de João Regueiras. A direcção técnica de Miguel Carvalho. Os figurinos são assinados por Carmen Regueiras assistida por Emília Silva. O elenco é um leque jovem de talentos que prometem dar que falar.
A obra fala-nos de Anne Sullivan Macy (1866–1936). Uma mulher, cuja inteligência, paixão e tenacidade lhe permitiu ultrapassar o seu traumatizado passado.
Filha de imigrantes irlandeses, ela e o seu irmão aleijado e doente Jimmie, viveram assolados pela pobreza e pelos de abusos, infligidos pelo pai, alcoólico.
Aos cinco anos de idade, Anne, é atingida por uma doença infecciosa nos olhos (tracoma), que a deixa quase cega.
Internada num asilo, com muita persistência consegue ser operada aos olhos. Depois, admirados com a sua inteligência, matriculam-na no Perkins Institute for the Blind, uma escola de formação para cegos, onde ela se formou, com distinção em 1886.
Mal acabou o seu curso, foi chamada para educar Helen Keller.
Esta, ainda no berço, aos dezanove meses, teve escarlatina, que a deixou cega, surda e, consequentemente, muda.
Isolada do mundo, durante a sua infância, não se conseguia comunicar com ninguém a não ser através de alguns gestos básicos e tinha ataques de fúria contra tudo e contra todos, o que afectava o ambiente e a harmonia familiar da família Keller.
Para terem um pouco de paz, os pais, com pena da menina, descuraram a sua educação, permitindo-lhe todos os excessos, tornando-a, assim, numa tirana, centro das atenções da casa.
À sua chegada a casa dos Keller, este foi o panorama indisciplinado, com que se deparou Anna Sullivan que, deitando mãos à obra, começou a reeducação de Helen imediatamente.
Pacientemente, Annie, como lhe chamavam, dia a dia, foi revelando a Helen Keller esse mundo do qual ela estava isolada, libertando-a, finalmente, da sua prisão interior.
Teve muitas dificuldades, mas a sua missão teve tanto êxito, que nos dias de hoje, Anna Sullivan é apontada como uma das pioneiras no campo da educação. O seu trabalho foi tão importante, que é a base do ensino para crianças cegas-surdas e mudas no mundo actual.

LES BATON ROUGE

New Wave / Punk / Outro
24 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 60 m
www.myspace.com/lesbatonrouge
www.myspace.com/muskitumanagement

Após vários anos sediados em Berlim, inúmeras digressões por toda a Europa e Estados Unidos onde partilharam o palco com nomes como Franz Ferdinand e New York Dolls, de um projecto paralelo com Peaches, e do último álbum “My Body-The Pistol” ter entrado directamente para os CMJ American Charts, Suspiria Franklyn, James Jacket, Elle W. e Lex, juntam-se para alguns concertos em solo português.
Aquela que foi considerada por vários críticos europeus e norte-americanos como uma das melhores bandas ao vivo da última década, é a única banda portuguesa a figurar no "Rock´n´Roll American History".
Têm feito história ao actuar em locais fora dos circuitos típicos da música como livrarias, clubes de strip-tease, prisões e instituições psiquiátricas.
Quem já os viu ao vivo não esquece a descarga electrizante da sua poderosa actuação, uma oportunidade a não perder!

Mulher com aquilo….


Co-produção: Casa das Artes/Mina de Moiros
Teatro comédia
23 e 24 de Maio, Sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m
A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às mulheres a aspiração a uma merecida promoção. Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído. Quem é este homem? Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

Texto Rosangela Petta Título Original Mulher com Ele Encenação e Adaptação Leonel Rocha Assistente de Encenação Luíz Oliveira Interpretação Marcela da Costa, Mónica Samões Operação de Luz e Som Pedro Oliveira Figurinos Cláudia Ribeiro Música Bel Viana Cenografia Arq. Marques Vieira Fotografia Duarte Almeida

Terça-feira, Abril 29, 2008

WOK - RITMO AVASSALADOR - Tocá Rufar

Música/Percussão
17 de Maio, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.tocarufar.com/

Um espectáculo do veterano percussionista Rui Júnior, fundador do Tocá Rufar.

Totalmente renovado e com um novo elenco de grandes artistas, novos temas, novas ambiências e a participação de uma grande equipa de prestígio, este espectáculo tem o Ritmo como pano de fundo. Este é explorado e desenvolvido de diversas formas, conceitos e timbres através dos tambores tradicionais portugueses, da luta de paus e coreografias inspiradas no imaginário tradicional português.
A disposição dos instrumentos no espaço físico e sua exploração como adereços, a movimentação em palco, a cor e as diversas ambiências sugeridas são alguns dos factores que tornam este espectáculo uma experiência inesperada.
2007 foi o ano da consagração pelas participações em espectáculos de grande notoriedade, como foram os casos dos Trovante e Xutos e Pontapés, ambos no Campo Pequeno.
Em 2008 o WOK vai percorrer o país de Norte a Sul numa digressão que contemplará mais de 200 espectáculos. Esta digressão estreia a 5 de Abril no Centro Cultural de Samora Correia, sendo que a antestreia, no dia anterior, será um espectáculo

Segunda-feira, Abril 21, 2008

John Cale Acoustimatic Band

MENTOR ESPIRITUAL DOS MÍTICOS VELVET URDERGROUND, CO-AUTOR DO ECUMÉNICO “SONGS FOR DRELLA” , CALE TEM UM PERCURSO IMACULADO NA HISTÓRIA DA MÚSICA POPULAR DO SÉC. XX.
16 de Maio , sexta-feira , 22h00 Grande Auditório.
Entrada: 28 euros
M/3
Duração 70 m
www.john-cale.com

Dissertar sobre uma personalidade tão “rica” como o é John Cale num pequeno texto é um exercício no mínimo castrante.
Nascido no país de Gales, Co-líder dos fundamentais, essenciais, seminais...Velvet Underground onde o permanente conflito com o não menos “enfant terrible” Lou Reed gerou uma pequena mas indispensável discografia.
O seu reencontro em 1990 no disco dedicatória a Andy Warhol "Songs for Drella" foi mais um excelente expoente desse atrito criativo.
Balizou a carreira entre o experimental, colaborador de La Monte Young, sem nunca perder a noção da canção,
Cale trilharia depois do fim dos Velvet Underground, uma discreta mas criativa e muita vezes genial carreira a solo onde se destacam "Music for a New Society" ou "Paris 1919".
O seu trabalho de produtor também se revelaria certeiro em trabalhos dos The Stooges ou Patti Smith.
Um percurso imaculado gerou uma sólida base de seguidores ao longo de tantos e tantos anos.
Será Cale uma lenda viva?

A Prova


Jangada Teatro
13 e 14 de Maio, terça e Quarta , 16h00, Grande Auditório
Entrada: 1 euro
M/
Duração 70 m
http://www.jangadateatro.com/

Sinopse
Prova é a história de uma enigmática jovem, Catherine, da sua irmã, de um pai genial e de um jovem professor. Todos eles são peças de um puzzle na procura da verdade por detrás de uma misteriosa prova matemática. Catherine tenta superar a dura provação da morte do seu pai, um matemático famoso que ao tempo da sua morte já sofre de alguns distúrbios mentais. Precisamente quando a jovem começa a manifestar o medo profundo de se vir a tornar como o pai, a irmã mais velha, Claire, regressa a casa para assistir ao funeral do pai.
Hal, um antigo aluno do pai, começa a aparecer lá por casa e descobre um velho caderno de notas que traz à luz do dia, um segredo bem guardado por Catherine. Esta descoberta vai pôr à prova a relação entre as duas irmãs e os sentimentos românticos em crescimento entre Catherine e Hal.

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