terça-feira, 24 de Junho de 2014

GNR Em Vila Nova de Famalicão

GNR
Rui Reininho, Toli César Machado, Jorge Romão
Música/rock/pop
27 de Setembro| sábado| 21h30 | Anfiteatro do Parque da Devesa
Entrada: livre
M/3
Duração: 120 m
Músicos
Andy Torrence - Guitarra
Miguel Amorim - Teclas
Jorge Oliveira - Bateria
Nos idos de 1981, a Guarda Nacional Republicana não achava grande graça a ter visto a sua sigla usurpada, sem vergonha de espécie nenhuma, por três putos reguilas do Porto que proclamavam alto e bom som querer ver "Portugal na CEE". Convencidos que a celebridade dos mancebos não ia passar de um daqueles fogachos pré-mediáticos a GNR não apresentou queixa e os GNR puderam continuar a usar a sigla, que encurtava o extenso de "Grupo Novo Rock". Foi mesmo das poucas polémicas que passaram ao lado de uma banda que, a certa altura, parecia atraí-las como se fosse um íman. Todos estes anos depois — e será possível que já tenham passado mais de vinte? — os GNR são uma veneranda instituição civil da praça pública pop portuguesa. Há quem os ame e quem os odeie. Mas, já dizia o outro, contra factos não há argumentos e basta desfiar uma lista (mesmo que parcial) de canções para marcar com o proverbial X do totobola a "chave vencedora": "Portugal na CEE". "Hardcore (1º Escalão)". "Piloto automático". "I Don't Feel Funky (Anymore)". "Dunas". "Sete Naves". "Efectivamente". "Pós Modernos". "Impressões Digitais". "Sangue Oculto". "Ana Lee". "Pronúncia do Norte". "Sub-16". "Mais Vale Nunca". "Las Vagas". "Dominó". "Saliva". "Tirana". "Asas (Eléctricas)". "Popless". Faltam muitas, não faltam? Reduzidos agora — e definitivamente — ao trio central de Reininho, Romão e Machado, estes GNR poderiam já não ter o entusiasmo irreverente dos primórdios (o que seria difícil ao fim de vinte anos…), mas compensavam-no com a descoberta de uma elegância e de
uma simplicidade pop de costas deliberadamente voltadas para a moda do momento. Ou, para sintetizar a coisa numa palavra: maturidade.
Prolongada em "Popless", álbum de 2000 que, apesar do título e da exploração dos recantos de charme da voz de Rui Reininho, era tão (ou mais) pop como um disco dos GNR pode ser. O que, como já sabemos desde há mais de vinte anos, é sempre muito — confirme-se em "Câmara Lenta", de 2002, cujo título resume na perfeição a recolha de baladas e outros slows para "agasalhar a costeleta". A surpresa foi perceber que eles já os tinham em 1982, muito antes de "Dunas" e "Bellevue", quando estavam todos a olhar para outro lado. É típico: a marca registada dos GNR foi sempre a de estarem ali, como quem não quer a coisa, e depois apanharem-nos desprevenidos com uma grande canção pop. Daquelas que cola e não descola. O Grupo lança em 2010 o disco Retropolitana, ultimo registo de originais até à data. Em 2011 comemoram 30 anos de carreira e lançam Vôo domésticos e um novíssimo espectaculo ( mais intimista em formato semi-acústico ).

Em 2013, os GNR iniciaram a tour "Afectivamente" nos palcos de todo o país. Em 2014, regressam aos palcos continuando a tour com o mesmo nome;  até ao final do ano lançam o single de estreia  do novíssimo disco.

segunda-feira, 16 de Junho de 2014

CINEMA PARAÍSO: CINEMA NO PARQUE DA DEVESA

Quartas | 22h00
Co-produção:
 CASA DAS ARTES / mUNICÍPIO DE vILA nOVA DE fAMALICÃO E cINECLUBE DE JOANE

GOLPADA AMERICANA _ 16 de Julho
Título original: American Hustle (EUA, 2013, 129 min.)
Realização: David O. Russell
Interpretação: Christian Bale, Amy Adams, Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro
Género: Comédia
Classificação: M/16
Apanhados pelo agente Richie DiMaso depois de um dos seus múltiplos golpes, Irving e a sua parceira e amante Sydney são forçados a trabalhar para o FBI numa missão que envolve alguns dos mais perigosos criminosos de New Jersey. É assim que se vêem envolvidos nos negócios pouco claros de Carmine Polito, um político entusiasta
mas pouco credível que se deixou cair nos meandros da máfia local. Para dificultar esta missão já de si complexa, Irving acaba por descobrir, da pior maneira possível, o poder do ressentimento de Rosalyn, a mãe do seu filho, de quem nunca se chegou a divorciar...
Com realização de David O. Russell ("The Fighter - Último Round", "Guia para um Final Feliz"), que escreve o argumento em parceria com Eric Warren Singer, uma comédia negra que reinventa a verdadeira história de Melvin Weinberg, um vigarista sedutor que ficou célebre nos EUA durante a década de 1970. "Golpada Americana" foi premiado com três Globos de Ouro: Melhor Comédia/Musical; Melhor Actriz de Comédia/Musical (Amy Adams) e Melhor Actriz Secundária (Jennifer Lawrence). No que diz respeito aos Óscares – que serão entregues a 2 de Março –, conta com dez nomeações, entre elas para melhor filme, realizador, actriz (Amy Adams), actriz secundária (Jennifer Lawrence), actor (Christian Bale) e actor secundário (Bradley Cooper).

O Fantástico Homem Aranha 2_ 23 de Julho

Título original: The Amazing Spider-Man 2
De:Marc Webb
Com:Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx , Paul Giamatti, Martin Sheen
Género:Acção, Aventura
Classificação:M/12
Outros dados: EUA, 2014, Cores, 142 min.
Peter Parker encontrou finalmente o sentido para a sua existência, seja a ajudar os outros enquanto Homem-Aranha, seja na sua relação com Gwen, a rapariga que sempre amou. Mas ser um super-herói tem o seu preço e a sua vida está constantemente ameaçada pelos criminosos que o querem destruir a qualquer custo. Agora, com o aparecimento de Electro, um inimigo com enormes poderes, Peter terá de estar à altura de um novo confronto. Mas, com o regresso de Harry Osborn, outrora o seu melhor amigo, ele apercebe-se de que os seus adversários têm sempre algo em comum: os laboratórios da Oscorp, a multinacional onde, em tempos, o seu pai trabalhou…

Quinto filme da saga "Homem-Aranha" pela Columbia Pictures e segundo a ser realizado por Marc Webb ("(500) Days of Summer"), esta é a sequela do filme que tanto sucesso fez em 2012. O elenco conta com os actores Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Campbell Scott, Paul Giamatti e ainda com a participação especial de Stan Lee, o criador da personagem.

GRAVIDADE _ 30 de Julho
Título original: Gravity (EUA / Grã-Bretanha, 2013, 90 min.)
Realização: Alfonso Cuarón
Interpretação: Sandra Bullock, George Clooney, Ed Harris
Género: Drama, Ficção Científica
Classificação: M/12
Numa importante missão espacial a bordo da nave Explorer, a inexperiente Dr.ª Ryan Stone e o veterano Matt Kowalski são surpreendidos com uma explosão que os lança no espaço. No vazio, sem conseguirem contacto com a sua equipa de controlo em Houston, os dois vão lutar pela sobrevivência. E, ao mesmo tempo que lidam com traumas que marcaram as suas vidas, eles procuram reinventar-se num cenário que deixa pouco lugar à esperança...
George Clooney e Sandra Bullock dão vida às duas personagens, as únicas ao longo de todo o filme. Com realização do mexicano Alfonso Cuaron e banda sonora de Steven Price, este intenso "thriller" psicológico de ficção científica abriu, fora de competição, a edição de 2013 do Festival de Veneza.

A GAIOLA DOURADA _ 6 de Agosto
Título original: La Cage Dorée (Portugal / França, 2013, 90 min.)
Realização: Ruben Alves
Interpretação: Rita Blanco, Joaquim de Almeida, Roland Giraud, Chantal Lauby

Género: Comédia
Classificação: M/12
Maria e José Ribeiro são um casal de portugueses emigrados em França há mais de três décadas. Ela sempre trabalhou como porteira de um prédio num dos melhores bairros parisienses e ele na construção civil. Todos gostam deles, quer pela sua simpatia e humildade, quer pela sua incansável boa vontade para ajudar quem precisa. Quando recebem a notícia de uma herança em Portugal que lhes concretiza o velho sonho do regresso às raízes, tudo parece perfeito. Porém, a verdade é que ninguém está muito interessado em perder a sua amizade e, subtilmente, uns e outros começam a organizar-se de maneira a fazê-los mudar de ideias.
Uma comédia de costumes com realização de Ruben Alves, que conta com a participação de Rita Blanco, Joaquim de Almeida, Chantal Lauby e Roland Giraud, entre outros.


MARRETAS PROCURAM-SE _ 13 de Agosto
Título original: Muppets Most Wanted (EUA, 2014, 107 min.)
Realização: James Bobin
Interpretação: Ricky Gervais, Ty Burrell, Tina Fey, Steve Whitmire (Voz), Eric Jacobson (Voz)
Género: Comédia, Aventura
Classificação: M/6
Depois do sucesso alcançado nos EUA, os Marretas são convidados a mostrar o seu talento numa digressão pela Europa. Decididos a tirar o máximo partido do que lhes acaba de acontecer, eles seguem em direcção à aventura, nunca imaginando que se irão envolver com a pior escumalha do velho continente. A confusão instala-se quando Cocas é confundido com Constantine – o Criminoso Número Um do Mundo – que, para além de pouco escrupuloso, é também uma cópia exacta do pequeno sapo. Com Cocas preso em seu lugar, Constantine engendra um plano maléfico para se fazer passar por ele e executar uma série de assaltos em várias cidades europeias percorridas pelo grupo dos Marretas. Apesar de todos se intrigarem com o comportamento arrogante de Cocas, ninguém desconfia da troca a não ser Animal, que decide fazer investigações por sua conta e risco…
Produzido pelos Estúdios Disney e, mais uma vez, pelas mãos do realizador James Bobin, este filme continua a história iniciada em 2011. Os actores Ricky Gervais, Ty Burrell, Tina Fey, Steve Whitmire, Eric Jacobson e Dave Goelz emprestam as suas vozes às personagens.

NOÉ _ 20 de Agosto
Título original: Noah (EUA, 2014, 138 min.)
Realização: Darren Aronofsky
Interpretação: Russell Crowe, Jennifer Connelly, Anthony Hopkins
Género: Drama, Aventura
Classificação: M/12

Sujeito a visões sobrenaturais predizendo o apocalipse, um carpinteiro simples e de coração justo chamado Noé tenta alertar os homens para o seu modo de vida imprudente e imoral. Porém, eles não estão preparados para tal mudança, pelo que seus conselhos são em vão. Desiludido com a corrupção e depravação das suas criaturas predilectas, Deus aparece a Noé durante o sono e adverte-o para um dilúvio de proporções universais, que eliminará os seres por si criados. Noé, pela força do seu carácter e virtuosidade, torna-se o escolhido para construir uma arca de madeira onde apenas haverá lugar para a sua família e um casal de cada espécie de animais, que ele mesmo terá de recolher. Aquela arca, de proporções desmedidas, impedirá os seus ocupantes de morrerem afogados e mantê-los-á vivos para um posterior repovoamento do mundo…
Realizado por Darren Aronofsky ("O Wrestler", "Cisne Negro"), segundo um argumento seu em parceria com Ari Handel, uma história épica sobre coragem, sacrifício e redenção que se baseia num dos momentos bíblicos mais relevantes, narrado no livro do Génesis. No elenco, os actores Russell Crowe, Jennifer Connelly, Ray Winstone, Emma Watson, Logan Lerman, Anthony Hopkins e Douglas Booth, entre outros.

BLUE JASMINE _ 27 de Agosto
Título original: Blue Jasmine (EUA, 2013, 98 min.)
Realização: Woody Allen
Interpretação: Cate Blanchett, Alec Baldwin, Sally Hawkins
Género: Drama
Classificação: M/12

Casada com um multimilionário nova-iorquino, Jasmine Francis sempre se habituou aos maiores luxos que a vida lhe poderia proporcionar. Porém, quando o marido se apaixona por outra mulher e lhe pede o divórcio, tudo aquilo em que ela sempre acreditou perde o sentido. Agora, sem dinheiro e sem nenhum outro lugar para onde ir, muda-se para São Francisco e vai viver para o modesto apartamento de Ginger, a irmã, com quem sempre manteve uma relação distante. É assim que, deprimida e totalmente desenquadrada, Jasmine vai tentando recompor a sua vida, passo a passo. E, ao mesmo tempo que reformula a sua relação com Ginger, vai-se esforçando por encontrar um novo sentido para a sua vida e fazer daquele lugar o seu novo lar.
Escrito e realizado por Woody Allen, um filme dramático que conta com a participação de Cate Blanchett, Alec Baldwin, Sally Hawkins e Peter Sarsgaard, entre outros.
Óscar de melhor actriz para Cate Blanchet

ALCESTE (Teatro), com Encenação de Cristina Carvalhal e texto Gonçalo M. Tavares / CASA das ARTES V. N. Famalicão

ALCESTE
Com Encenação de Cristina Carvalhal e texto Gonçalo M. Tavares.
Teatro
25, 26, 27 de Julho| sexta-feira, sábado21h30 | domingo 18h00 |Grande Auditório.
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/12
Duração: 70
Fotografia de Milos Tomic
 
Sinopse
O revisitar da obra Alceste, de Eurípides, numa reescrita de Gonçalo M. Tavares.
À semelhança dos personagens retratados por Eurípides, também nós, assistimos ao que parece desenhar-se como um final de ciclo civilizacional, apartados da grandeza e da capacidade de ação dos heróis do passado.
A ressurreição que acontece em Alceste, tem levado a considerar esta obra como um prenúncio da introdução do Cristianismo. Da elegia de Job, que tem pontos de contacto com o pranto de Alceste, destacamos estas palavras, como mote inicial de trabalho: "A minha alma tem tédio da minha vida; soltarei minha língua contra mim; falarei na amargura da minha alma.”
Equipa Artística e Técnica
Texto original - Gonçalo M. Tavares
Encenação - Cristina Carvalhal
Cenografia - Paulo Capelo Cardoso
Desenho de luz - Pedro Correia
Figurinos – Sara Barbosa
Ilustração – Eva Mendes
Sonoplastia – Sérgio Delgado
Vídeo – Sara Augusto
Operação de som – Vítor Leite
Interpretação - Adriana Ribeiro, André Idalino de Moura, Anthony Figueira, Bárbara Garcês, Carla Silva, Daniel Silva, Diana Silva, Diogo Freitas, Estela Alves, Fábio Machado, Filipa Batista, Filipa Silva, Inês Meira, João Pedro Silva, Luísa Santos, Rafael Costa, Rita Freitas, Sara Barbosa, Soraia Silva e Tiago Correia.
Produção – Pedro Barbosa

Co-produção: Cão Danado/Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão/ Escola de Teatro Externato Delfim Ferreira

Projecto financiado pela DGArtes /Secretária de Estado da Cultura.

Formação /teatro - NO EXIT

NO EXIT
Adaptação da obra homónima de Jean-Paul Sartre
Teatro/Baú dos Segredos
18 e 19 de Julho |21h30 | sexta e sábado| Grande Auditório
Entrada: 3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/14
Duração:60m
SINOPSE:
“A existência precede a essência.” (Jean-Paul Sartre)
Sartre procurou sintetizar muitos dos seus argumentos filosóficos com ficção.
No entanto, numa peça sobre temas como “enganar-se a si mesmo” e “má-fé”, a dualidade, implícita, das personagens que tentam representar coisas que não são e dos actores que tentam representar estas personagens, complementa, de forma perfeita, o argumento filosófico linear de Sartre. Com efeito, No Exit é uma peça sobre o olhar “devorador” do outro e de como esse olhar restringe a nossa liberdade, incorporados na peça em si e apresentados, no palco, através do olhar do público. As personagens procuram, constantemente, espelhos, de maneira a evitar o olhar julgador uns dos outros, quando é o olhar constante do público, que os faz falhar na sua tarefa.
“Então isto é o inferno. Nunca acreditaria. Lembram-se de tudo o que nos contaram das câmaras de tortura, do fogo e do enxofre, as “pontes ardentes” contos de fadas! Não há necessidade de espetos de ferro. O inferno são os outros!”
                                                                                     (Garcin in The Exit)

FICHA TÉCNICA:
 ENCENAÇÃO - Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
TRADUÇÃO - Tiago Regueiras
ELENCO  - Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO - João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO      Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ     Ana J. Regueiras & Tiago Regueiras
LUZ & SOM- Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
DESIGN GRÁFICO - Catarina Costa

PRODUÇÃO- João Regueiras /Casa das Artes

Formação /teatro - SÓ MAIS UMA, MAMÃ!

SÓ MAIS UMA, MAMÃ!
Teatro/Baú dos Segredos
16 e 17 de julho |21h30 | Quarta e Quinta| Grande Auditório
Entrada: 3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/6
Duração: 70 m

SINOPSE:
Em “SÓ MAIS UMA, MAMÔ, somos transportados para a tradicional hora, aos poucos e poucos caída em desuso, dos contos ao deitar, que urge recuperar para nosso quotidiano.
Mil e uma vezes ponto de partida para o mundo do sonho e da fantasia, nela se projetam todos os medos e desejos que a mente infantil consegue produzir.
A magia era visível no brilho do olhar da criança que escutava atentamente a voz familiar do contador e quando os olhos pesavam de sono, a história continuava noite adentro, invadindo e pintando o sonho de novas cores, matízes e momentos. Era, por assim dizer: uma hora mágica!

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO - Ana J. Regueiras & Tiago Regueiras
ELENCo - Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO- João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO - Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ - Ana J. Regueiras & Tiago Regueiras
LUZ & SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
DESIGN GRÁFICO - Catarina Costa

PRODUÇÃO - João Regueiras /Casa das Artes

PEDRO ABRUNHOSA & COMITÉ CAVIAR em Famalicão

PEDRO ABRUNHOSA & COMITÉ CAVIAR
CONTRAMÃO
Musica/pop
12 de Julho |Sábado| 21h30| Anfiteatro do Parque da Devesa
Entrada: livre
M/3
Duração: 120 m
"Para mim, um Disco é cada vez mais um Livro, uma narrativa contínua de histórias desencontradas que se reencontram na Música que escrevo, de personagens, por vezes atormentadas, outras felizes, de sentimentos de perda ou de conquista que acabam por ser comuns a muitos de nós. Falo de mim através das vozes de outros e transponho-me para os outros usando a minha própria voz. Ao longo de todo este tempo, diria quase desde que me conheço enquanto Músico, procurei melhorar a simplicidade daquilo que verdadeiramente me fascina: escrever Canções. O que aí vem é apenas isso. A minha Vida tornada palavra e harmonia. Se se encontrarem comigo neste trabalho, a minha tarefa estará cumprida e partirei para a estrada já com o próximo disco nas entranhas.”

Pedro Abrunhosa

EDge – London Contemporary Dance School com espectáculos e workshops únicos em Portugal, 5 a 13 de Julho na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão.

EDge – London Contemporary Dance School com espectáculos e workshops únicos em Portugal, 5 a 13 de Julho na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão.

Pelo décimo segundo ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão/Casa das Artes e da Escola de Dança Alémdadança, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes e Anfiteatro do Parque da Devesa, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 7 e 13 Julho, das 16h00 às 19h00, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 10 euros (Os participantes dos workshops tem um bilhete de oferta para espectáculo do EDge do dia 11 de Julho).
 Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 13 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Este ano a Famalicense Coreografa/Bailarina Mariana Tengner Barros, durante 3 dias, vai conduzir os 12 bailarinos do EDGE numa viagem de pesquisa pessoal e em grupo, em colaboração com o músico Jonny Kadaver. Dança e música serão criadas simultaneamente, "alimentando-se" uma da outra. 

Mariana Tengner Barros - Dance Against The Machine - EDge
Dança
9 de Julho |quarta | 21h30|  ANFITEATRO do PARQUE da DEVESA
A pesquisa de movimento no meu trabalho baseia-se fundamentalmente na percepção e sensação, conexão corpo-mente e expansão dos sentidos, para preparar um corpo articulado que exprime uma linguagem não linear, complexa. Explorando diferentes "estados", qualidades de movimento que vêm de um lugar emocional e sensorial, permitindo que a forma apareça através da sensação. - Mariana Tengner Barros

Companhia de Dança Contemporânea de Londres - EDge
Dança
11 de Julho |Sexta| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 7 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3.5 Euros
M/3
Duração: 70 m
A tournée 2014 do Edge, como é hábito, apresenta uma selecção de um repertório de obras de premiados coreógrafos de renome internacional, liderados pela directora artística Jeanne Yasko e uma nova geração de 12 promissores bailarinos contemporâneos.


Gala final dos workshops de dança
13 Julho| Domingo |18h00 |Grande Auditório.

Entrada: 2 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

sexta-feira, 16 de Maio de 2014

40 e então? CdA de Famalicão

40 e então?
Com Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique
Teatro
28 de Junho |  sábado|21h30|  Grande auditório
Entrada: 13 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6,5 Euros
M/16
Duração: 70 m
Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique regressam ao palco dez anos depois do sucesso de Confissões das Mulheres de 30. Com elas trazem histórias, muitas. São histórias comoventes, histórias divertidas, histórias de afectos, histórias novas, histórias antigas que os anos fazem viver de forma diferente. São histórias contadas por outras mulheres, com vivências diferentes, a quem a idade não assusta ou, se calhar, assusta e muito.
Em 40 e então? a vida é assumida sem tabus ou adoçante. A idade é um posto e as actrizes dão voz a textos seus e a autoras como Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Silvia Baptista, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e, sobretudo, a todas as mulheres que já estiveram, estão ou vão entrar na década da ternura.
Direcção Sónia Aragão Textos Ana Bola, Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Leonor Xavier, Maria Henrique, Sílvia Baptista, Sónia Aragão, Rita Ferro e Rute Gil Figurinos Isabel Carmona Desenho de Luz Luís Duarte Interpretação Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique

Duas óperas de temática Ibérica - O Auto da Índia de Gil Vicente e A Hora Espanhola de Maurice Ravel

Duas óperas de temática Ibérica
O Auto da Índia de Gil Vicente e A Hora Espanhola de Maurice Ravel
Ópera/Comédia Musical
21 de Junho| sábado|21h30 | Grande auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/12 - Duração: 120 m (aproximadamente) com intervalo

 Quando duas pessoas fazem amor
Não estão apenas a fazer amor
Estão a dar corda ao relógio do mundo.

 A hora pode ser a espanhola, mas o fuso horário quer-se o português, com a carga toda que lhe reconhecemos, os sinais que o identificam, esta lusitanidade fadista, já a pensar nesse Auto da Índia que em junho daremos à estampa.
No centro das duas obras estará o tempo, pois claro. Bem entendido, que o tempo, enquanto motor da acção secundária, a coisa que mede o tamanho do desejo e o seu sufrágio, a libido e o seu capital cómico, o descomprometimento fora do acordo ou em desacordo com ele, a libertinagem, o sexo. Porque é isso que está no centro da acção. Desde o princípio, desde a pré-história da maçã. Também aí, o tempo, conceito inexistente até então, apenas dito pela palavra de Deus, que fez o mundo conforme este ou aquele calendário, mas inexistente para o homem, porque a felicidade (nesse tempo) era coisa ordinária, suprema mas sem consciência, coisa do dia-a-dia, até que Constanza, perdão, Eva, sucumbiu ao cantar de Gonzalez, perdão, da serpente. Porque o poeta é um fingidor, perdão, uma cobra falsa que promete num verso o que recusa no verso seguinte, também ele embrulhado com a sua arte, sofrendo realmente a dor que fingia sentir, como se a representasse.
Na Hora Espanhola, como no fuso horário do Auto da Índia.
As duas narrativas habitarão a mesma casa cénica enquanto contentor de possibilidades espaciais várias, mesmo que variando nas suas múltiplas possibilidades, colocando enfoque na questão do tempo, essa parcela contável (e cantável) que determina e se traduz, no dizer de uma das personagens de Shakespeare, no espaço que reduz o nosso caminho em direcção "à cova".
Antes disso, é gozar o que manda a natureza. Quem pode contrariar os versos de Vicente, que em junho haveremos de cantar, quando Constanza, perdão, a Ama, disser à Moça: Partem em maio daqui, Quando o sangue novo atiça, Parece-te que é justiça?
António Durães     
O Auto da Índia de Gil Vicente
Compositores – Departamento de Composição da ESMAE – Jorge Portela, Leonor Abrunheira, José Tiago Baptista, Bruno Ferreia
Encenação – António Durães
Movimento – Cláudia Marisa
Cenografia – Ricardo Preto
Figurinos – Filipa Carolina/ Manuela Bronze
Multimédia – Marco Conceição/José Alberto Pinheiro
Fotografia – Olívia Silva
Direcção de Cena – Raquel Raposo
Produção executiva – Inês Amaral
Produção e Direcção Artística – António Salgado
 Personagens
Ama – Ana Sofia Vintena/Mariana Picado
Moça - Mariana Picado/Ana Sofia Vintena
Lemos – Tiago Costa/Almeno Gonçalves
Castelhano – Ricardo Rebelo/Carlos Meireles
Marido– Sérgio Ramos/Ricardo Rebelo
Actores – Alexsandro miranda e Francisca Garcelan
Ensemble I&D:
Flauta, Oboe, Clarinete, Fagote
Trompa, Trompete, Trombone
Quinteto de Cordas
Piano
Lista de percussão (2 Percussionistas)
Vibrafone, Glockenspiel
Bass Drum, Snare Drum, Toms (Medio, Grave, Agudo)
tam tam, Cymbals
Wood blocks, Temple Blocks
Direcção Musical – Bruno Martins
Coordenação Musical – António Saiote
Pianistas e Correpetidores – Daniel Costa
A HORA ESPANHOLA – Maurice Ravel
Tradução libreto – Ana Sofia Vintena
Ficha Artística e Técnica
Encenação – António Durães
Direcção Musical –Bruno Martins
Cooredenação Musical - António Saiote e
Apoio Dramatúrgico e de Movimento – Cláudia Marisa
Cenografia – Ricardo Preto
Figurinos – Filipa Carolina
Desenho de Luz - Rui Damas
Som - José Prata, Renato Ribeiro, Pedro Feio
Vídeo – João Barros
Direcção de Cena - Raquel Raposo
Design Gráfico - Pedro Serapicos
Produção - António Salgado, Inês Amaral Mendes, Regina Castro
Coordenação Geral - António Salgado
Coordenação da  área de Figurinos – Manuela Bronze
Coordenação da área de Produção – Regina Castro
Coordenação DAI – Olívia Silva, José Alberto Pinheiro
Técnico de Luz – Fernando Coutinho
Fotografia – Rafael Farias
Assistente de Cenografia – Carlos Neves
Assistentes de Figurinos – Hugo Bonjour e Letícia dos Santos
Confecção Figurinos – Manuela Lopes, Olga Shumska 
Pianistas Correpetidores – Daniel Costa e David Ferreira
Intérpretes                     
Torquemada: Almeno Gonçalves/Tiago Costa    
Gonzalve: Tiago Costa /Almeno Gonçalves                
Concepcion: Ana Sofia Vintena /Mariana picado      
Ramiro: Ricardo Rebelo/Carlos Meireles         
Don Iñigo Gomez: Sérgio Ramos                         
Ensemble I&D:
Flauta, Oboe, Clarinete, Fagote
Trompa, Trompete, Trombone
Quinteto de Cordas
Piano
Lista de percussão (2 Percussionistas)
Vibrafone, Glockenspiel
Bass Drum, Snare Drum, Toms (Medio, Grave, Agudo)
tam tam, Cymbals
Wood blocks, Temple Blocks
Pianista – Daniel Costa

Educação pela Arte 2013- 2014
Tema: Prevenção Rodoviária
Titulo: Está atento aos sinais... eles nunca são demais.
Dança
13 e 14 de Junho | sexta-feira e sábado | 21h30| Grande Auditório.
Duração: 90 m

O projeto Educação pela Arte é um projeto artístico-pedagógico levado a cabo, há mais de 20 anos, pela Fundação Narciso Ferreira, com o apoio da Câmara Municipal de Famalicão/Casa das Artes. É um projeto dirigido a alunos e professores do 1º ciclo do ensino básico, que visa a introdução da arte numa perspetiva inter e multidisciplinar, desenvolvendo a criatividade.”
ESCOLAS PARTICIPANTES
O projeto conta com a participação de 11 turmas de diversas escolas do concelho de Vila Nova de Famalicão.
EB 1 de Delães
Professores: Célia Gomes e Pedro Vinhais
EB 1 de Mões
Professores: Elsa Guerreiro, Rui Rodrigues e Susana Pereira
EB 1 de Oliveira de S. Mateus
Professora Isabel Correia
EB 1 de Pedome
Professora Anabela Correia
EB 1 S. Miguel o Anjo
Professores: Isabel Fragoso e Marisa Cunha
EB 1 Seide S. Miguel
Professoras: Carla Freitas e Felismina Durães
 Equipa:
Conceção e Direção do Projeto Ana Figueira
Texto e Encenação Nuno Preto
Coreografia Cátia Esteves
Atores e Bailarinos André Lourenço; Bárbara Teixeira; Paulo Coelho de Castro; Pedro Roquette
Desenho e Operação de Luz João Branco
Produção Executiva Promoamb; Formato Verde; Companhia Instável
Coordenação da área de Segurança Rodoviária Promoamb; Formato Verde
Dança Educacional Daniela Cruz
Expressão Dramática Nuno Preto
Expressão Musical Paulo Coelho de Castro
Expressão Plástica Mariana Patacas; Diana Benedita; Mariana Negrão; Finalistas da licenciatura em Artes Visuais e Tecnologias Artísticas, da ESE/IPP.
Coordenação da área de Segurança Rodoviária Carla Rodrigues e Joana Araújo
Informações: