terça-feira, 14 de Outubro de 2014

Clã / CORRENTE - Famalicão

Clã
Estão de volta com novo álbum – CORRENTE – e nova digressão
29 de Novembro | Sábado| 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 12 Euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/4
Duração: 70 m
É o regresso dos Clã aos palcos, seu elemento natural, onde sabemos que iremos encontrar o rigor, a irreverência e a energia desta banda, reconhecida pela excelência das suas apresentações ao vivo.
Mas é também o regresso dos Clã com novas canções, feitas em colaboração com os seus cúmplices Carlos Tê, Sérgio Godinho, Arnaldo Antunes, Regina Guimarães e John Ulhoa e ainda com os novos parceiros Nuno Prata e Samuel Úria. Neste novo trabalho, os Clã voltam a mostrar o seu enorme prazer na construção de canções e o desejo de explorar novos caminhos e sonoridades.

FICHA ARTÍSTICA
Manuela  Azevedo – voz
Hélder Gonçalves - guitarras
Miguel Ferreira - teclados
Pedro Biscaia - teclados
Pedro Rito - baixo
Fernando Gonçalves – bateria
Nélson Carvalho - som

Wilma Moutinho - iluminação

Gobi Bear

Gobi Bear
Música/ indie, folk, pop, rock
22 de Novembro | sábado | 23h00 | Café concerto
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural:2.5 Euros
M/3
Duração: 70 m
"Os acordes soltam-se por caminhos simples ou volteando por labirintos de distorções e, a guiá-los, segue uma voz meiga. Gobi Bear é um alter-ego, mais do que uma banda de um homem só. Deixa as cordas soar como querem e faz canções. Ao vivo, camufla-se no ambiente ou provoca-o com barulho. Sozinho, desliga-se do mundo para o recriar." BREVE DESCRIÇÃO: Gobi Bear é uma banda de um homem só construída em torno de loops. "Dare" é o quinto disco do Diogo, mas o primeiro com colaborações.
Contando com gente talentosa como J-K, Saitam, Daily Misconceptions, Ermo, Miguel K, The Love Making Of ou Sholt, "Dare" é um passo noutra direcção, onde o Urso experimenta novos estilos e instrumentos.

Manuel Alves

Álvaro Pereira (Violino) e Pedro Emanuel Pereira (Piano) em concerto na CdA de Famalicão

Concerto de Violino e Piano
Álvaro Pereira (Violino) e Pedro Emanuel Pereira (Piano)
De Moscovo até Famalicão
Música erudita
22 de Novembro | Sábado| 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 8 Euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/3
Duração: 90m (com Intervalo)

Programa:
Joly Braga Santos (1924-1988): Nocturno nº1 para violino e piano (dedicado a Silva Pereira)
César Franck (1822-1890): Sonata para violino e piano em Lá maior
                              I. Allegretto ben moderato
                              II. Allegro
                              III. Ben-moderato - Recitative-Fantasia
                              IV. Allegro poco mosso

INTERVALO
Dimitry Schostakovich (1906-1975) : 4 Prelúdios op. 34 para violino e piano (arr. Dmitry Tsyganov)
Sergey Prokofiev (1891-1953): Sonata para violino e piano nº2 , op. 94
                                       I. Moderato
                                       II. Presto - poco piu mosso del - Tempo I
                                       III. Andante

                                       IV. Allegro con brio - poco meno mosso- Tempo I - poco                                           meno mosso - Allegro con brio

OS MAIAS Cenas da Vida Romântica de João Botelho

OS MAIAS Cenas da Vida Romântica de João Botelho
Sessão com a presença de João Botelho
Parceria entre Cineclube de Joane e Casa das Artes
15 de Novembro | Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS
M/12
Duração: 135 m
https://www.facebook.com/osmaiasbotelho
http://www.ardefilmes.org/osmaias/

Portugal, séc. XIX. Afonso da Maia casa com Maria Eduarda Runa e deste casamento resulta Pedro, um rapaz nervoso e instável, superprotegido pela mãe. Ainda jovem, Pedro conhece Maria Monforte, por quem se apaixona e com quem casa, mesmo a contragosto da família. Da relação entre os dois nasce Carlos Eduardo e Maria Eduarda. Alguns anos depois, Maria Monforte apaixona-se por um italiano e foge com ele para Itália, levando a filha consigo. Incapaz de lidar com a traição, Pedro, destroçado, comete suicídio. Carlos, ainda pequeno, cresce e é entregue aos cuidados do avô, com quem cria laços profundos. Passam-se vários anos. Carlos forma-se em medicina pela Universidade de Coimbra e vai viver com o avô para Lisboa, na velha mansão dos Maia. Até que conhece Maria Eduarda, uma mulher bela e cheia de mistérios que acabou de chegar à capital. A paixão é recíproca e eles vivem, durante meses, um amor cego, não imaginando o terrível pecado que estavam a cometer.
Com argumento e realização de João Botelho (“A Corte do Norte”, “Filme do Desassossego”), esta é a primeira adaptação cinematográfica da obra homónima de Eça de Queirós, considerada uma das mais importantes da literatura portuguesa. O elenco é formado por 52 actores, entre os quais João Perry (Afonso de Maia), Graciano Dias (Carlos da Maia), a actriz brasileira Maria Flor (Maria Eduarda), Pedro Inês (João da Ega), Pedro Lacerda (Thomaz d’Alencar), Adriano Luz (Conde de Gouvarinho), Ana Moreira (Maria Eduarda Runa), Rui Morrison (Vilaça), Rita Blanco (D. Maria da Cunha), Catarina Wallenstein (Maria Monforte) ou Pedro Inês (João da Ega). A voz narrada de Eça de Queirós é a do barítono Jorge Vaz de Carvalho.

Título original: Os Maias – Cenas da Vida Romântica (Portugal, 2014, 135 min.)
Realização: João Botelho
Interpretação: Graciano Dias, Maria Flor, Pedro Inês, Hugo Amaro, João Perry, Maria João Pinho, Adriano Luz, Marcello Urgeghe

Romeu e Julieta, encontro desencontro na Casa das Artes de Famalicão

Romeu e Julieta, encontro desencontro
Direção e Coreografia BENVINDO FONSECA
Interpretação de Gonçalo Andrade Nélia Pinheiro (bailarinos), Ana Dias (harpa), Hugo Fernandes (violoncelo), música original pelo Maestro Cesar Viana.
Dança
14 de Novembro | Sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/6
Duração: 60 m
O incognoscível, onde invoco das profundezas da minha alma as visões e memórias que estão para além do visível e do verbal, a dança no seu lado mais lúdico e sensorial, a música de Prokofief, particularmente a obra “Romeu e Julieta”. O mundo enigmático das emoções, que juntou os dois personagens, assim como o amor incompreendido e impendido por terceiros, onde muitos de nós encontramos identificação.
Foi a base e a inspiração para este meu, nosso “Romeu e Julieta”.
Foquei-me na sincronicidade no encontro, no desencontro, no baile, nas famílias antagônicas, na cena do balcão (noite de amor), no desgosto, e no final na cripta,
Apoiei-me em simbolismos para decifrar e ajudar na trama.
Elementos da natureza (esses bem portugueses), desde paisagens alentejanas ao crepúsculo, a flores, assim como imagens de auroras boreais.
Onde um dos símbolos mais marcantes é a Rosa, e que a sua beleza jamais feneça: “quanto mais a desabrochada rosa se desfolhar sob a ação do tempo, ao menos que a tenra herdeira possa perdurar na sua saudade”.
Benvindo Fonseca
Ficha artística e técnica
Direção | Coreografia BENVINDO FONSECA
Bailarinos GONÇALO ANDRADE e NÉLIA PINHEIRO
Musica Original Maestro CESAR VIANA
Musica excertos da obra “Romeu e Julieta” de Prokofiev
Músicos (no vídeo) ANA DIAS (Harpa) e
Hugo Fernandes (Violoncelo)
Cenografia Carmo Garcia
Vídeo Lourenço Viana
Figurinos LIDIJA KOLOVRAT
Desenho de Luz PAULO GRAÇA
Assistente do coreografo Isadora Ribeiro
Direção técnica PEDRO BILOU
Técnico FERNANDO DIAS
Direção de Produção RAFAEL LEITÃO

Produção CDCE 2013

segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

The CityZens em Casa....

The CityZens
Música/Blues Rock, Indie Soul Rock, Garage e Surf rock.
8 de Novembro | sábado | 23 h00 | Café concerto
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural:2.5 Euros
M/3
Duração: 70 m

Num momento em que se encontra a preparar a gravação do seu primeiro álbum, o trio famalicense The CityZens apresenta-se ao vivo na Casa das Artes.
A banda mostra os temas que fazem parte do seu primeiro e homónimo EP e toca aqueles que farão parte do primeiro longa duração, que tem edição prevista para o início de 2015.

Formado, por Jorge Humberto (guitarras e voz), Luís Ribeiro (baixo) e Rui Pedro ferreira (bateria) em Vila nova de Famalicão em 2013,” The Cityzens” cruza os universos, Blues Rock, Indie Soul Rock, Garage e Surf rock.

QUOTIDIANO - Coprodução Fértil / Casa das Artes V. N. Famalicão | Estreia

QUOTIDIANO Estreia
Coprodução Fértil / Casa das Artes V. N. Famalicão
Teatro
6 de Novembro |Quinta | 16h00 |Público escolar ( inscrição Prévia)
7 e 8 de Novembro | sexta e sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 7 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3.5 Euros
M/12
Duração: 60 m
Sinopse
O sonho que interroga o quotidiano (criação humana que nos manipula), pondo-o em causa criando novas formas e não-formas. O encontro entre objectos, entre corpos, e entre ambos que nos proporcionam novas imagens de uma realidade poética e livre. Da criação à morte a mutação de corpos que encarnam o amor mais forte do que a razão. Do acaso ao caso através da movimentação espontânea e automática. Inspirado no surrealismo português, com destaque à obra de Artur Cruzeiro Seixas, este espectáculo pretende uma representação em tempo real de um pensamento perpetuado no infinito.

Ficha Artística
Criação e Interpretação Neusa Fangueiro e Rui Alves Leitão
Cenografia Sandra Neves
Costureira Carmo Alves
Desenho de luz Paulo Neto
Fotografia Duarte Costa e Rui Alves Leitão
Vídeo Duarte Costa
Co-produção Fértil / Casa das Artes V. N. Famalicão
Parceria Fundação Cupertino Miranda

Agradecimento especial ao Mestre Artur Cruzeiro Seixas

GLAUCO "Azul Estranho"- na Casa das Artes de V.N. Famalicão

GLAUCO "Azul Estranho"
Música/Jazz
1 de Novembro | sábado | 22h30 | Café concerto
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural:2.5 Euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.glaucoband.com
Um projecto musical criado e desenvolvido por André NO, David Estêvão e Paulo Costa desde 2006. Influenciado por diversos estilos musicais, o trio instrumental realiza um trabalho de composição que evoca ambientes jazzísticos de uma urbanidade exótica e orgânica. A improvisação é uma qualidade espontânea na interpretação dos temas, que tem grande importância por permitir o diálogo natural e simples entre os músicos. Resulta numa sonoridade instrumental que sugere uma certa sensorialidade e associações visuais, imagens imprecisas e desfocadas ou mais nítidas, que são tocadas pela (in)tensão dos movimentos.

André NO: bateria e percussão
David Estêvão: contrabaixo
Paulo Costa: vibrafone e steel drums

Exposição de Pintura de Emanuel Sousa

De 5 a 30 de Novembro, Foyer 

Uma parceria entre Casa das Artes e Espaço Mude.
Exposição de Pintura de Emanuel Sousa
Titulo: "volta para a tua terra" - os rostos da imigração.

“Volta para a tua terra”, oiço as palavras a estilhaçar-me os dentes. Como se fosse simples para mim mudar-me para onde os rostos são diferentes, a comida não tem os sabores com que cresci, onde as pessoas falam com uma língua tão estranha ao meu pensar. Como se eu já não me sentisse, mesmo volvidos anos, como algo de fora, alienígena, a aprender de novo a ser. Como se aturasse de ânimo leve os olhares de esguelha irredutíveis, os preconceitos de quem fará sempre questão de me lembrar que sou um estranho em terra estranha. Como se... enfim.
Como se, francamente, houvesse ainda uma terra para a qual voltar. Mas então ninguém ouviu dizer? A minha terra está maninha e estéril. Sim, eu bem sei que tempos houve em que os meus pais a cultivaram com amor, cavando nela carinhosamente sulcos para as sementes de um futuro melhor, prontas a florir quando eu crescesse. Mas não sei bem o que aconteceu. Quando chegou a minha vez de a trabalhar, toda a minha terra estava já gretada, seca. Só urtigas e outras ervas daninhas conseguem lá crescer. E ninguém sabe como nem por onde começar a arrancá-las para fazer com que o trabalho dos meus pais não tenha sido em vão. Sei apenas que nada de meu consegue germinar ali.
E afinal de contas, aqui nem se vive mal. A terra, essa, não discrimina, e deixa-me crescer. Por enquanto, ainda é fértil, mais que a minha, pelo menos, e aos poucos, sinto-me a criar raízes e a estender os meus braços, e quando dou por isso, vejo-me com toda uma nova vida, novas amizades, novos horizontes, novos amores. Um dia, quem sabe, deixarei aqui sementes, nem daqui nem dali, para quem a minha terra não será mais que aquele lugar aonde se regressa uma vez por ano, tão estranho como este o foi para mim. Talvez a minha terra seja não o lugar que me gerou, mas o lugar onde me fiz. Se calhar é aqui que devo estar.
Mas por mais voltas que dê, nada apaga a saudade dos que ficam. Dos que reencontro sempre anos mais velhos a cada dia que os vejo. Dos que vou perdendo numa vida que corre a dois tempos; e é talvez por isso que se me estilhaçam os dentes cada vez que leio a súplica nos seus olhos. “Volta”, parecem-me eles silenciosamente pedir enquanto me abraçam e desejam boa viagem, “por favor. Volta para a tua terra.”

terça-feira, 9 de Setembro de 2014

Mostra de filmes de Miguel Gonçalves Mendes na Casa das Artes de Famalicão


Mostra de filmes de Miguel Gonçalves Mendes
27, 28 e 29 de Outubro |21h30 |Pequeno Auditório
Entrada Livre à lotação da Sala

27 out | AUTOGRAFIA, UM RETRATO DE MÁRIO CESARINY
Doc., Versão de Cinema 103’, Versão de TV 52’, DigiBeta, Cor, PAL
4/3, Stereo, 2004
Língua Original PT; Legendado EN/FR/ES/IT
Autografia pretende retratar, não o poeta e pintor Mário Cesariny, mas sim a sua vida, o seu percurso e a sua individualidade. Sendo este um trabalho que vive sobretudo das questões colocadas (ausentes) e das respectivas respostas, optou-se por assumir como fio condutor um dos seus poemas – Autografia – que servirá de mote para as questões intencionadas, de modo a que o filme assuma um carácter intimista, estabelecendo-se um diálogo entre quem vê e quem é retratado.

28 out | NADA TENHO DE MEU
(FIC. 52’)
Ficha técnica completa
Título- Nada Tenho de Meu (Original)
Ano produção 2012
Dirigido por- Miguel Gonçalves Mendes
Estreia 2012 (Mundial)
Duração- 60 minutos
Classificação L - Livre para todos os públicos
Género - Documentário
Países de Origem- Camboja, Hong Kong, Macau, Tailândia, Vietname.

O realizador português Miguel Gonçalves Mendes e os escritores brasileiros Tatiana Salem Levy e João Paulo Cuenca viajaram até ao Extremo Oriente para uma troca de experiências com artistas e pensadores de Macau, Hong Kong, Vietname, Cambodja e Tailândia. Desse contacto, que surgiu depois dos 3 autores terem sido convidados a estar presentes no 1º Festival Literário de Macau - Rota das Letras, nascerá a série de vídeos «Nada tenho de meu», descrita pelos seus autores como «uma mistura de caderno de viagens e ficção». Documentário, Experimental, Série, 8 minutos (sete episódios na primeira temporada).

29 out | JOSÉ E PILAR
O RETRATO DE UMA RELAÇÃO- JOSÉ SARAMAGO E PILAR DEL RÍO
A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.
Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo – ou, pelo menos, em torná-lo melhor.
José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado doutra maneira”.
TÍTULO: “José e Pilar”
GÉNERO: Longa-metragem documental

DURAÇÃO: 125’

sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

Opus 2

Opus 2 (reposição) 
Opus 2 é uma peça músico-teatral dirigida à infância, especialmente concebida para estimular os sentidos e a comunicação dos mais pequeninos.
30 de Outubro| Centro Escolar | Freguesia de Joane
31 de Outubro |Pequeno auditório |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
10h00, 11h00 e 14h30
Máximo de 25 meninos (as) por turno (Inscrição Prévia)
Duração: 40 m
Opus 2
Em Opus 2 bebés e adultos são convidados a viajar numa máquina movida a música. Uma máquina capaz de voar, de navegar, de levar pequenos e crescidos a ouvir pássaros, peixes e até o som das estrelas. Com uma harpa à proa e com as vozes a remar.
Esta obra faz parte do Peça a Peça, um ciclo de peças de música-teatral concebido no âmbito do Projecto Opus Tutti para chegar a mais crianças, através de apresentações em teatros, creches, jardins de infância e outros equipamentos sociais.
Linguagem principal: música (harpa, voz) e teatro.
Intérpretes: Ana Dias e Lavínia Moreira.
Concepção e Produção: Companhia de Música Teatral

Apoio: DGArtes e Fundação Calouste Gulbenkian/Opus Tutti

NOISERV na Casa das Artes

NOISERV
Música
25 de Outubro | Sábado| 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 5 Euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/3
Duração: 70 m
Criado em meados de 2005 pelo músico David Santos, noiserv tem vindo a afirmar-se como um dos mais criativos e estimulantes projectos musicais, de entre os surgidos em Portugal na última década. O seu percurso tem sido marcado pela criação de canções capazes de atingir cada individuo na sua intimidade, relembrando-lhe vivências, momentos e memórias intrincadas entre a realidade e o sonho.
Noiserv, a quem já chamaram "o homem-orquestra" ou "banda de um homem só", conta no seu currículo com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred miles from thoughtlessness” [2008], o EP “A day in the day of the days” [2010], mais de 4 centenas de concertos por Portugal e resto do Mundo e ainda uma série colaborações em Teatro e Cinema.
Em Outubro de 2013 noiserv editou o seu novo disco de nome “Almost Visible Orchestra”. Este é o disco em que noiserv deixa o preto e branco e nos apresenta o seu mundo a cores. Um disco mais denso e complexo que os anteriores mas nunca perdendo a identidade pela qual se deu a conhecer há quase dez anos.

No início de 2014 este disco foi galardoado como melhor disco de 2013 pela SPA, Sociedade Portuguesa de Autores.

quinta-feira, 4 de Setembro de 2014

A Sagração da Primavera - Olga Roriz na CdA

A Sagração da Primavera
Um solo de Olga Roriz
Dança


17 de Outubro | Sexta| 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 10 Euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 70 m

2013 celebrou-se o centenário da criação de A Sagração da Primavera por Nijinsky/Stravinsky.
Após a sua primeira criação desta obra, Olga Roriz confessa:
– “Algo ficou por fazer, tanto ficou por ser dito. Pretendo encontrar um outro estar, uma acumulação do mesmo mas sempre em renovação, jamais entendido.
Ignorar os tabus, reescrever a história, acrescentar as referências e criar o momento.
Paixão, memórias e saber, manter-se-ão intactos, serão respeitados mas sem voz, sem espaço, sem presente. Corpo a corpo num confronto nunca pacífico.”
Olga Roriz após 39 anos de carreira como intérprete e 9 solos criados, lança-se a um duplo desafio.
A revisitação de uma obra maior como é A Sagração da Primavera e a insistência da sua longevidade como bailarina e intérprete. Poucos são no Mundo os criadores que se propõem a coreografar esta obra, muito menos ainda os que aos 59 anos de idade a dançam.
Olga Roriz é a única intérprete/criadora no nosso País e das poucas na Europa que continua a transmitir pelo seu próprio corpo o seu legado coreográfico e artístico, persiste em construir, desenvolver e partilhar com o público a sua presença gestual e interpretativa ímpar.

Direção e Interpretação | OLGA RORIZ
Música | IGOR STRAVINSKY (Orquestra Filarmónica de Los Angels dirigida por Esa-Pekka Salonen)
Cenário, apoio dramatúrgico e aos ensaios | PAULO REIS
Figurino | OLGA RORIZ E PAULO REIS
Desenho de Luz | CRISTINA PIEDADE
Diretor Técnico | MANUEL ALÃO
Edição vídeo | JOÃO RAPOSO
Desenho de som | SÉRGIO MILHANO
Assistente de cenografia e figurinos | MARIA RIBEIRO
Apoios | PARQUES DE SINTRA – MONTE DA LUA
Gestão e Digressões Internacionais | JOANA MARTINS
Produção Executiva e Digressões Nacionais | HENRIQUE FIGUEIREDO

Secretariado e Produção | TERESA BRITO 

Wadada Leo Smith na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Wadada Leo Smith & Anthony Davis
Música /Jazz
11 de Outubro | Sábado| 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 15 Euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/3
Duração: 70 m
Wadada Leo Smith – Trompete
Anthony Davis - Piano
O tão aguardado concerto de Wadada Leo Smith está finalmente confirmado no nosso País. O autor do mundialmente aclamado “Occupy the World” do ano passado e do surpreendente “Sonic Rivers” em parelha com John Zorn, George Lewis e Tzadik, já do corrente ano, atua dia 11 de Outubro no palco principal da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão acompanhado ao piano por Anthony Davis.
O trompetista e compositor nasceu no Mississippi em 1941 e 30 anos depois lançou o seu álbum estreia. O primeiro de cerca de 50 entre discos em nome próprio ou de participação em trabalhos conjunto com alguns dos maiores talentos do Jazz contemporâneo.

O seu virtuosismo e protagonismo no Jazz avant-garde conferem a Wadada Leo Smith um estatuto de lenda viva do Jazz.

quarta-feira, 3 de Setembro de 2014

"Tribos" com António Fagundes e Bruno Fagundes na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

“TRIBOS”
Com António Fagundes e Bruno Fagundes.
Pai e Filho, encontram-se pela primeira vez em palco no nosso país, com a peça “TRIBOS”.
Teatro
8, 9 e 10 de Outubro | quarta, quinta e sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 25 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 12.5 Euros
 M/14
Duração: 80 m
Nota Importante
"O espectáculo começa rigorosamente no horário marcado. Não é permitida a entrada após o seu início. Não há devolução de dinheiro nem troca de bilhetes"

O espectáculo é uma premiada comédia perversa, da autoria de Nina Raine, que promete criar uma inusitada relação com a plateia – entreter, provocar e ao mesmo tempo entregar um extraordinário momento ao público.
A autora, de uma forma divertida e politicamente incorrecta, usa a personagem de um deficiente auditivo para questionar as diversas limitações do ser humano. Quem será mais surdo? Aquele que não consegue “calar-se” o tempo suficiente para entender uma realidade diferente da sua, ou, aquele que fisicamente é incapaz de receber estímulos auditivos? Existirá surdez maior que o preconceito, o orgulho, a ignorância, o egoísmo ou a falta de amor?
TRIBOS, enorme sucesso no Royal Court Theater, em Londres e vencedor do prémio New York Drama Critics, chega agora a Portugal pelas mãos da produtora PLANO 6, com um elenco de luxo, protagonizado por António Fagundes e Bruno Fagundes.
Billy (Bruno Fagundes), nasceu surdo no seio de uma família sem deficiências auditivas. Foi criado dentro de um casulo ferozmente idiossincrático e politicamente correcto, adaptando-se brilhantemente ao comportamento pouco convencional da sua família. Mas quando Billy conhece Sylvia (Arieta Correia), uma jovem mulher prestes a ficar surda, conhece uma nova realidade. Este será o ponto de viragem que o colocará, assim como ao público, perante a dúvida do que realmente significa pertencer a algum “lugar”.
Autor: Nina Raine
Encenador: Ulysses Cruz
Interpretação: António Fagundes, Bruno Fagundes, Arieta Correia, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon, Maíra Dvorek.

Produção: Plano 6

Bandoleiros Cabaret

Bandoleiros Cabaret
Jangada Teatro/Teatro Musical
3 e 4 de Outubro| sexta e sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 7 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3.5 Euros
M/12
Duração: 70 m
 Sinopse
Bem-vindos ao nosso Cabaret.
Um cabaret político anárquico, bem-humorado, provocante, poético e desbocado. Por ele passarão os bandoleiros do passado: Zé do Telhado, Boca Negra, as manas Genoveva e os ladrões do presente: Madame FMI e seus súbditos. Outros bandidos impunes desfilarão arrogantes: os assassinos das esposas, os marialvas e os adoradores da bola. Mulheres corajosas e servis, atrevidas e bandoleiras a desafiar o poder dos machos.
Tudo regado com inebriante música e ritmos tropicais executados pela nossa Banda de Renegados; vozes e sons do antigamente e do agora, a salivar o seu alegre veneno. Sem papas na língua, os nossos comediantes encarnarão os fora da lei ou receberão os espíritos dos mortos. Sentiremos hálito dos fantasmas e o fedor dos corruptos. O passado que retorna implacável e o presente sem futuro que nos atormenta. Sempre a rirmos das desgraças e a enaltecermos a transgressão, queremos sentir e dar prazer ao nosso público sedento de riso e de má-língua.
José Caldas

Equipa Artística

Dramaturgia e Encenação| José Caldas
Texto | Filomena Gigante
Música | Alberto Fernandes
Interpretação | Luiz Oliveira; Magda Magalhães; Patrícia Ferreira; Rita Calatré;
Vítor Fernandes e Xico Alves
Execução Musical| Alberto Fernandes; Pedro Oliveira e Rui Souzza.
Coreografia | Hugo Romero e Carla Pinto

Desenho de Luz | Nuno Tomás

Exposição de Pintura de ADIASMACHADO e ARNALDO MACEDO

Exposição de Pintura de ADIASMACHADO e ARNALDO MACEDO
Título: "MADRUGADA DE ESPELHOS"
De 1 a 30 de Outubro, Foyer | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
 


Um é um procurar-fora. Outro, um procurar-dentro. Mas juntos, à distância de apenas duas paredes, são a sinergia das cores que sabem de cor a cor da nossa alma.
Falar deles é falar de fé. Falar das obras deles é falar de deus. Porque só deus pode ser visto nos espaços vazios de uma tela. Retina fora dos olhos de quem sente. Dentro avista-se a alma do pintor a evaporar através dos poros. Inala-se esperança e secam-se os poros tingidos, entre a moldura de um tecido que já não é quadro. É pele.
Num reflexo, um é sonho e outro é sangue. Mas não importa quem. Importa somente que renasçam assim: de olhos apontados um no outro.
Diz-nos o sonho que, entre um e outro quadro, está cada um de nós. Imersos num universo silencioso onde só os olhos ousam escutar. Entre uma e outra obra está a vida. E a vida, diz-nos o sangue, não se pode adiar.

Carina Flor  

terça-feira, 24 de Junho de 2014

GNR Em Vila Nova de Famalicão

GNR
Rui Reininho, Toli César Machado, Jorge Romão
Música/rock/pop
27 de Setembro| sábado| 21h30 | Anfiteatro do Parque da Devesa
Entrada: livre
M/3
Duração: 120 m
Músicos
Andy Torrence - Guitarra
Miguel Amorim - Teclas
Jorge Oliveira - Bateria
Nos idos de 1981, a Guarda Nacional Republicana não achava grande graça a ter visto a sua sigla usurpada, sem vergonha de espécie nenhuma, por três putos reguilas do Porto que proclamavam alto e bom som querer ver "Portugal na CEE". Convencidos que a celebridade dos mancebos não ia passar de um daqueles fogachos pré-mediáticos a GNR não apresentou queixa e os GNR puderam continuar a usar a sigla, que encurtava o extenso de "Grupo Novo Rock". Foi mesmo das poucas polémicas que passaram ao lado de uma banda que, a certa altura, parecia atraí-las como se fosse um íman. Todos estes anos depois — e será possível que já tenham passado mais de vinte? — os GNR são uma veneranda instituição civil da praça pública pop portuguesa. Há quem os ame e quem os odeie. Mas, já dizia o outro, contra factos não há argumentos e basta desfiar uma lista (mesmo que parcial) de canções para marcar com o proverbial X do totobola a "chave vencedora": "Portugal na CEE". "Hardcore (1º Escalão)". "Piloto automático". "I Don't Feel Funky (Anymore)". "Dunas". "Sete Naves". "Efectivamente". "Pós Modernos". "Impressões Digitais". "Sangue Oculto". "Ana Lee". "Pronúncia do Norte". "Sub-16". "Mais Vale Nunca". "Las Vagas". "Dominó". "Saliva". "Tirana". "Asas (Eléctricas)". "Popless". Faltam muitas, não faltam? Reduzidos agora — e definitivamente — ao trio central de Reininho, Romão e Machado, estes GNR poderiam já não ter o entusiasmo irreverente dos primórdios (o que seria difícil ao fim de vinte anos…), mas compensavam-no com a descoberta de uma elegância e de
uma simplicidade pop de costas deliberadamente voltadas para a moda do momento. Ou, para sintetizar a coisa numa palavra: maturidade.
Prolongada em "Popless", álbum de 2000 que, apesar do título e da exploração dos recantos de charme da voz de Rui Reininho, era tão (ou mais) pop como um disco dos GNR pode ser. O que, como já sabemos desde há mais de vinte anos, é sempre muito — confirme-se em "Câmara Lenta", de 2002, cujo título resume na perfeição a recolha de baladas e outros slows para "agasalhar a costeleta". A surpresa foi perceber que eles já os tinham em 1982, muito antes de "Dunas" e "Bellevue", quando estavam todos a olhar para outro lado. É típico: a marca registada dos GNR foi sempre a de estarem ali, como quem não quer a coisa, e depois apanharem-nos desprevenidos com uma grande canção pop. Daquelas que cola e não descola. O Grupo lança em 2010 o disco Retropolitana, ultimo registo de originais até à data. Em 2011 comemoram 30 anos de carreira e lançam Vôo domésticos e um novíssimo espectaculo ( mais intimista em formato semi-acústico ).

Em 2013, os GNR iniciaram a tour "Afectivamente" nos palcos de todo o país. Em 2014, regressam aos palcos continuando a tour com o mesmo nome;  até ao final do ano lançam o single de estreia  do novíssimo disco.