Casa das Artes e Teatro Narciso Ferreira

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Fernanda e a inesperada virtude de aprender a voar


Mochos no Telhado 
Cruzamento disciplinar I para famílias


28 de Fevereiro | sábado | 11h00 e 15h00| Pequeno Auditório I para famílias 

Entrada: 6 euros para adulto, com entrada livre para a criança

M/3

Duração: 45 min

 

Fernanda é uma gaivota, diferente das outras gaivotas, que não se contenta com voos curtos e repetidos. Todos os dias tenta um novo salto, um novo ritmo, um novo voo. Todos os dias cai, mas cada queda é apenas o começo de uma nova tentativa. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar”. 
Neste espetáculo, acompanhamos Fernanda na sua descoberta de que a persistência é uma forma de coragem e que a imaginação é a asa mais rápida que existe. Entre brincadeiras, turbulências e voos inventados, as crianças são convidadas a perceber que voar não é apenas estar no ar, mas também é acreditar, tentar outra vez e deixar que a cabeça e o coração nos levem mais longe do que pensávamos ser possível.

 

Ficha Artística

Criação: Cláudia Gaiolas e Sofia Moura

Texto: Sandro William Junqueira

Interpretação: Sofia Moura

Apoio ao Movimento: Matilde Barbas

Criação e Interpretação Musical: Miguel Rodrigues

Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho

Direção Executiva/Artística: Dennis Xavier

Produção e Comunicação: Marta Costa

Financiamento: DGArtes – Ministério da Cultura, Desporto e Juventude - República Portuguesa; Fundação GDA;

Co-produções: Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro das Artes do Espectáculo de Sever do Vouga, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Cineteatro Messias

Parceiros: Casa das Artes de Famalicão, ACERT, CENDREV, Teatro Municipal da Guarda, A Moagem, Municípios de Viseu e de Castro Daire;

Memorial do Convento, de José Saramago - Escolas e Público Geral | Casa das Artes de Famalicão

 Momento Artistas Independentes

Teatro

- Escolas: 26 e 27 de Fevereiro | quinta e sexta-feira | 10h30 e 14h30| Grande Auditório

Entrada livre sujeita à inscrição prévia

 - Publico-geral: 27 de Fevereiro | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/12

Duração: 70 min

No âmbito de uma coprodução da Casa das Artes / Teatro Narciso Ferreira e o projeto educativo e cultural “De Famalicão para o Mundo” do Município de Famalicão, será apresentado aos alunos do 12.º ano de escolaridade, do território de Famalicão, a peça de teatro "Memorial do Convento” de José Saramago, pela Momento Artistas Independentes. Este projeto está inserido numa estratégia de mediação de públicos com a comunidade escolar do território, como forma de aproximação ao Plano Nacional de Leitura, provocando impacto emocional com a obra, para que esta chegue a todos e para que o olhar crítico e o prazer da arte seja de todos e percetíveis para todos.

 “Ansiando por um filho que tarda, o rei D. João V é avisado por frei António de S. José.

O desejo real desencadeará uma epopeia, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores em todo o país. Unidos por Amor, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar. A passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda, recolhendo as vontades humanas (as ""nuvens fechadas""), que alimentarão a máquina e a farão voar. Sobre as obras do Convento de Mafra terá passado o Espírito Santo, dizem os padres e acredita o povo. Voar, nesse tempo, não sendo obra de Deus, só poderia sê-lo do demónio, e assim se anuncia o fim trágico das personagens protagonistas.”

 

Ficha Artística

Texto: José Saramago

Adaptação dramatúrgica: Diogo Freitas e Filipe Gouveia

Encenação: Diogo Freitas

Assistência de Encenação e de Produção: Filipe Gouveia

Interpretação: Luísa Alves, Pedro Oliveira, Tomás Bárbara e Sara Maia

Cenografia: Rita Cruz

Desenho e Operação de Luz: Pedro Abreu

Música e Composição Sonora: Cláudio Tavares

Fotografia de Cartaz e de Cena: Joana Sousa

Gestão Financeira: Cláudia Meireles

 
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão / Teatro Narciso Ferreira

Produção: Momento – Artistas Independentes

A Momento – Artistas Independentes tem como principal parceiro financeiro o Município de Vila Nova de Famalicão.

Orquestra Jazz de Matosinhos e Cristina Branco | Casa das Artes de Famalicão

 





MÚSICA PARA FAMÍLIAS 2026- 9.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)

21 de Fevereiro | sábado | 21h30| Grande Auditório

 Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/6

Duração: 75 min

 Cristina Branco tem na música tradicional portuguesa a sua raiz estética, mas as influências do jazz, da literatura e dos músicos com quem tem partilhado palco, imprimem à sua arte um cariz universal. Com dezanove discos editados - o último em 2025, dedicado às mulheres que José Afonso cantou - e inúmeros concertos pelo mundo todo, é uma verdadeira embaixadora da cultura e da língua portuguesa.

Encontra-se com a Orquestra Jazz de Matosinhos num concerto que realça o lado mais jazzístico do seu repertório, marcado por encontros com autores e compositores como Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva, Sérgio Godinho ou José Afonso.

 Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)

 Ficha Artística

Direção Musical: Pedro Guedes

Voz: Cristina Branco

Madeiras:

José Luís Rego

João Guimarães

Mário Santos

José Pedro Coelho

Rui Teixeira

Trompetes:

Luís Macedo

Javier Pereiro

Rogério Ribeiro

João Dias

Trombones:

Daniel Dias

Andreia Santos

Álvaro Pinto

Gonçalo Dias

Secção Rítmica:

Miguel Meirinhos – Piano

João Fragoso – Contrabaixo

Gonçalo Ribeiro - Bateria

Entre o Eu e o Vazio _ estreia | Casa das Artes de Famalicão

Dança

Direção, criação e dramaturgia de Patrick Murys, movimento e coreografia de Patrick Murys,

Cristina Pereira e bailarinos e música original de Pedro Fonseca. 




Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Diogo Bernardes, Teatro Municipal de Vila Real, Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

13 e 14 de Fevereiro |Sexta-feira e Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/6
Duração: 55 min 
Masterclasse de dança, marionetas e máscara - 14 de fevereiro, das 15h00 às 18h00

“Entre Eu e o Vazio” explora a identidade do "EU" como um fluxo constante, onde recusar, aceitar e adaptar-se tornam-se ações inevitáveis diante de uma corrente incessante de mudanças. Inspirada pela pergunta de Murakami em "Crónica do Pássaro de Corda" — "Qual é em ti o lado escondido aos teus próprios olhos?" — a peça reflete sobre o movimento na procura perpétua do Ser. Cinco corpos, cinco singularidades, atravessam a peça numa criação coletiva. As linguagens da dança, da máscara e da marioneta interligam-se, promovendo um confronto entre matéria literária, física e do objeto. Esse entrelaçamento permite múltiplos caminhos de expressão e interpretação. O ser labiríntico e multifacetado constitui o eixo central da obra. Orientando-se pela sensação física, os intérpretes exploram diferentes estados de ser, mergulhando no universo do romance de Murakami. A obra constrói-se como um território de experimentação, onde o "EU" encontra a sua expressão no contínuo diálogo entre transformação e permanência.



Ficha Artística e Técnica

Direção, criação e dramaturgia: Patrick Murys

Movimento e coreografia: Patrick Murys, Cristina Pereira e bailarinos

Bailarinos: Celia Foster, Coppelia Alfevos, Jack Ullman, Mariana Silva, Matilde De Iaco

Criação e construção de marionetas: Sandra Neves

Música original: Pedro Fonseca

Desenho de luz: Francisco Alves

Figurinos: Anne Carestiato

Espaço cénico: Patrick Murys, Sandra Neves e Vasco Macide

Produção: Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

Direção artística: Intranzyt Cia.® - Cristina Pereira e Vasco Macide

Direção de produção: Vasco Macide

Uma Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Diogo Bernardes, Teatro

Municipal de Vila Real, Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

Apoio: Câmara Municipal de Famalicão

Parceiros para esta produção: Academia de Bailado Pirmin Treku

Difusão e Circulação: Simbiose – Gestão Cultural

Agradecimentos: Sara Costa Leite e Miguel Félix


Masterclasse de dança, marionetas e máscara
14 de fevereiro, das 15h00 às 18h00

Masterclasse intensiva de dança, marionetas e máscara, com a duração de 2 a 3 horas, dirigida a alunos de dança e teatro. A sessão propõe uma abordagem técnica e criativa à relação entre corpo, movimento e objeto, explorando princípios de presença cénica, consciência corporal, ritmo e intenção. Através de exercícios práticos e improvisações guiadas, os participantes investigam a transposição do movimento para a marioneta e o trabalho expressivo com a máscara, aprofundando a articulação entre gesto, dinâmica e narrativa. A masterclasse privilegia a experimentação e o cruzamento de linguagens, estimulando novas possibilidades performativas.

Fado no Café da Casa - Fevereiro 2026 | Casa das Artes de Famalicão

12 de Fevereiro| quinta-feira | 21h30| café-concerto

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

 Primeira parte – Lu Silva

Segunda parte Bruno Alves

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Baixo acústico – Filipe Fernandes

 
Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

PaPI – Opus 11 Música para a Infância | Casa das Artes de Famalicão

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Música Teatral

Apresentações para escolas (sessões às 10h00 e 11h00): 2 a 6 de Fevereiro 


7 de Fevereiro |Sábado| 11h00 e 15h00 | Pequeno Auditório | Para Famílias

Entrada: 6 euros para adulto, com entrada livre para a criança

M/3

Duração: 45 min


PaPI-Opus 11 inspira-se em sementes do universo criativo da CMT e dará continuidade

ao ciclo Peça a Peça Itinerante (PaPI), um conjunto de pequenas peças músico-teatrais

concebidas de raiz para poderem circular facilmente por jardins de infância e

instituições culturais e educativas interessadas em promover o acesso à cultura.  Uma

ideia nascida no berço de Opus Tutti, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian,

que continua a crescer no berço da Casa das Artes de Famalicão. “— Já tá !”.

 

Ficha técnica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Intérprete: Mariana Miguel

Direção artística: Helena Rodrigues e Rita Roberto

Assessoria financeira: Artur Silva

Coordenação Geral: Helena Rodrigues  

Gestão de comunicação: Mariana Caldeira Pinto e Mariana Vences

Design de comunicação: Mafalda Maia

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão

Agradecimentos: Cineteatro Louletano, Conservatório de Música de Loulé

Class Enemy de Nigel Williams - Encenação de Manuel Tur e Coprodução: 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João | Casa das Artes de Famalicão

Teatro

6 e 7 de fevereiro| sexta-feira e sábado | 21h30| Grande Auditório

Acessibilidade: o espetáculo conta com interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), no dia 7 de Fevereiro.

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/14

Duração: 110 m

 Numa escola numa qualquer cidade, seis alunos aguardam a chegada de um novo professor. Preparam-se para fazer de tudo para o aterrorizar, tal como fizeram aos anteriores. Enquanto esperam, e para passar o tempo, o líder da turma convence os colegas a lecionarem, cada um deles, uma aula. Nessas lições, expõem-se as realidades familiares dos seis, marcadas pela pobreza, violência e exclusão. Terão eles escolhido rejeitar a escola? Ou estará o sistema de educação construído para que eles a abandonem? Class Enemy, do britânico Nigel Williams, foi escrita no final dos anos 70, mas continua tão atual e instigante como no dia em que estreou. Num tempo em que as políticas de integração estão no centro do debate público, o encenador

Manuel Tur propõe uma pertinente “reflexão sobre o papel da educação na origem das assimetrias sociais, comuns a diferentes tempos e lugares”.

Ficha Artística

Texto: Nigel Williams

Encenação: Manuel Tur

   Interpretação: Bernardo Gavina, Daniel Silva, Gonçalo Botelho, Gonçalo Fonseca, Lisa Reis, Tiago

   Araújo e Sérgio Sá Cunha

  Tradução: Miguel Graça

  Cenografia: Ana Gormicho

  Figurinos: Sara Pazos

  Desenho de luz: Cárin Geada

  Desenho de som e sonoplastia: Joel Azevedo

  Direção de produção: Joana Neto

  Apoio ao projeto: Hugo Almeida

  Coprodução: 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João

 

LGP: Ana Oliveira e Joana Filipa Silva

 


Ensaio aberto para escolas, incluindo conversa com os alunos

5 de Fevereiro, às 14h30

Uma ação de mediação que terá como público-alvo alunos do ensino secundário, que assistirão a

um excerto do ensaio para depois participarem de uma conversa, em mesa redonda, com o elenco

e a equipa criativa. Essa conversa prevê-se intensa e direta, não só pela temática, mas pelo seu

potencial de estimular a reflexão crítica, diálogo e participação ativa por parte dos alunos.

Esta ação terá a duração de uma hora: 30 minutos para o ensaio e 30 minutos para

a conversa.

Fevereiro 2026 | Casa das Artes de Famalicão.




 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Janeiro 2026 - Casa das Artes de Famalicão


 

Janeiro TNF


 

Performance de Comunidade - Ondamarela | Teatro Narciso Ferreira


Estreia - música  -  31 janeiro, sábado às 18:00. 

 música  - M6 / duração 45’ |  Entrada Livre

 Espetáculo de cocriação artística - sessão para público em geral

"A Residência Artística com a Comunidade #01 [Música] “Performance de Comunidade" é um projeto de cocriação comunitária na área da Música que se desenvolve na CSIF LEC - Lousado, Esmeriz e Cabeçudos entre outubro 2025 e janeiro 2026, com direção artística da ondamarela. Tem a estreia prevista para 31 de janeiro 18:00 no Teatro Narciso Ferreira, Riba de Ave, Famalicão.

 Este é o resultado da primeira de 10 residências artísticas na área da cocriação comunitária, que serão desenvolvidas no concelho de Vila Nova de Famalicão entre outubro de 2025 e maio de 2027, no âmbito do projeto Há Cultura 2024-2027, promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão e cofinanciado pela União Europeia, através do NORTE 2030, tendo como objetivo a construção de projetos de cocriação artística com a comunidade local e grupos mais vulneráveis do território.

 Sinopse:

Um lugar feito de muitas vozes.

Neste projeto participativo a arte e as comunidades encontram-se para criar algo único: uma performance feita de sabores, sons, memórias e desejos partilhados.

A partir da escuta do colectivo e do individual, vamos criar novo património, novas memórias, novo quotidiano.

Neste projecto todos têm lugar e todos têm voz.

 

Criação: ondamarela

Promotor: Município de Famalicão

Cofinanciamento: União Europeia (Norte2030) e Município de Famalicão

Coprodução: Teatro Narciso Ferreira

Cordel | Teatro Narciso Ferreira

 

Cordel

2026 | V Aniversário TNF - Ciclo de concertos. 

24 janeiro . sábado às 21:30música

M6 / duração 45’

 Público Geral: 6 euros

Entrada: 6 euros; 3 euros para descontos em vigor

Em 2026, o Teatro Narciso Ferreira celebrará 5 anos desde a sua Inauguração. Ao longo do ano, e com o Mecenas Galeria Comercial Auchan Famalicão, teremos um ciclo de concertos que culminará no fim de semana de 10 de setembro de 2026. O primeiro Concerto, dedicado à sonoridade lusófona, entre Portugal e o Brasil, será com “Cordel”.

Através da feliz união entre a guitarra lusófona de João Pires e a poesia e a voz de Edu Mundo, “Volume II”, o novo capítulo de Cordel, com tour de lançamento em janeiro de 2025, transporta-nos de forma sublime numa viagem que nos ilumina paisagens da nossa cultura, por vezes esquecidas.

Como uma espécie de caleidoscópio multicolorido, as canções de Cordel convidam-nos a uma redescoberta da nossa essência enquanto indivíduos e enquanto povo. De Camões a Manuel de Barros, passando por Fausto e José Mário Branco, com a lusofonia de Tom Jobim e Chico Buarque, Travadinha e Cesária Évora na bagagem, traçam um caminho luminoso em direção ao futuro da música portuguesa.

 

João Pires (guitarra e voz)

Edu Mundo (guitarra e voz)

Francesco Valente (Baixo)

Ricardo Coelho (Percussão)

Close-Up Escolas 10.1 - Cinema | Teatro Narciso Ferreira


 
Os Mauzões 2 de Pierre Perifel, JP Sans (versão portuguesa) 

 20 janeiro, terça às 10:00

M/6

Mediação: Entrada livre sujeita à inscrição prévia via tnf@famalicao.pt

Os criminosos preferidos estão de volta e, desta vez, têm companhia. No novo capítulo repleto de ação da aclamada comédia da DreamWorks Animation sobre um grupo de animais fora da lei, os nossos Mauzões, agora reformados, estão a tentar (com muita, muita força) ser bons, mas em vez disso vêm-se envolvidos num assalto de alto risco, a nível mundial, planeado por uma nova equipa de criminosos que nunca imaginaram: As Mazonas.

 Título original: The Bad Guys 2 (EUA, 2025, 100 min)

Vozes Portuguesas: Tomás Alves, Manuel Marques, Tiago Retrê, Pedro Bargado

Cinema no Teatro Narciso Ferreira - O SpongeBob e Avatar: Fogo e Cinzas




Spongebob O Filme:  À Procura Das Calças Quadradas 
de Derek Drymon(versão portuguesa)

17 janeiro, sábado às 16:00

M/6

 Público Geral: 4 euros

c/ Desconto: 2 euros

O SpongeBob viaja até às profundezas do oceano e enfrenta o fantasma do Holandês Voador.

 Título original: The SpongeBob Movie: Search for SquarePants (EUA, 2025, 90 min)

 Avatar: Fogo e Cinzas de James Cameron

17 janeiro, sábado às 21:30

M/12

 Público Geral: 4 euros

c/ Desconto: 2 euros

Após a devastadora guerra e a perda do filho mais velho, Jake Sully e Neytiri enfrentam uma nova ameaça em Pandora: uma tribo Na'vi violenta e sedenta de poder liderada pela implacável Varang.

Título original: Avatar: Fire and Ash (EUA, 2025, 180 min)

Interpretação: Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Kate Winslet

Quintas de Cinema - Cineclube da Joane | Casa das Artes de Famalicão

 Cinema no Pequeno Auditório _ Cineclube da Joane _ 21h45

 8 DEPOIS DA CAÇADA de Luca Guadagnino

Alma Imhoff (Julia Roberts), uma professora de filosofia da Universidade de Yale (EUA), vê-se envolvida numa situação complexa que gira em torno das acusações de má conduta sexual dirigidas a Hank (Andrew Garfield), um colega com quem mantém uma relação de grande proximidade. A suposta vítima é Maggie (Ayo Edebiri), uma aluna muito inteligente que tem sido protegida dela. A situação vai-se agudizando até Alma se dar conta de que um segredo do seu próprio passado pode deitar tudo a perder. Estreado no Festival de Cinema de Veneza, onde integrou a competição oficial, este psicodrama sobre jogos de poder e diferentes versões da verdade foi escrito por Nora Garrett e realizado pelo italiano Luca Guadagnino.

Título original: After the Hunt (Itália/EUA, 2025, 130 min)
Realização: Luca Guadagnino
Interpretação: Julia Roberts, Ayo Edebiri, Andrew Garfield, Michael Stuhlbarg, Chloë Sevigny
Classificação: M/14

 

15 FOI SÓ UM ACIDENTE de Jafar Panahi

Eghbal viaja de carro com a mulher grávida quando atropela e mata um cão. Encalhado na estrada, procura ajuda na garagem de Vahid, sem saber que o seu salvador acredita que é ele o agente prisional que o torturou. Um simples acidente desencadeia, então, uma série de acontecimentos. O mais recente filme do cineasta iraniano Jafar Panahi, que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes.

Título Original: Yek tasadef sadeh (Irão/França/Luxemburgo, 2025, 100 min)
Realização: Jafar Panahi
Interpretação: Vahid Mobasseri, Maryam Afshari,  Ebrahim Azizi, Hadis Pakbaten
Classificação: M/12

 

22 LAVAGANTE de Mário Barroso (sessão Traz Outro Amigo Também)

Uma história de amor em plena ditadura salazarista, num tempo marcado pela censura, pelas perseguições políticas, pelas prisões arbitrárias e pela revolta estudantil do início da década de 1960. Produzido por Paulo Branco, este drama realizado por Mário Barroso ("O Milagre Segundo Salomé", "Um Amor de Perdição", "Ordem Moral") tem argumento de António-Pedro Vasconcelos (1939-2024) e inspira-se livremente na obra homónima de José Cardoso Pires (1925-1998). No elenco destacam-se os actores Francisco Froes, Júlia Palha, Nuno Lopes, Leonor Alecrim, Diogo Infante e Rui Morisson.

Título Original: Lavagante (Portugal, 2025, 90 min)
Realização: Mário Barroso
Interpretação: Francisco Froes, Nuno Lopes, Júlia Palha, Leonor Alecrim, Diogo Infante, Rui Morisson
Classificação: M/12

 

29 UMBERTO D de Vittorio De Sica (Já Não Há Cinéfilos?!)

Era o filme preferido de De Sica, Bazin considerou-o um dos maiores da história do cinema, Chaplin chorou ao vê-lo. Buñuel escreveu que “era um dos melhores filmes que o neo-realismo produzira”. O novo governo democrata-cristão italiano manobrou para que não saísse vitorioso do festival de Cannes, e um jovem Giulio Andreotti escreveu um artigo inflamado contra o neo-realismo e acusava De Sica de dar “uma má imagem do país”, ao que o realizador retorquiu que “contava a realidade”. Umberto D. é um velho solitário e o apelido é amputado para tornar universal um problema com que se debatia na altura a Itália: o dos reformados que viviam na indigência com as pensões de miséria que recebiam. Contra a pretensão dos produtores, o realizador foi de novo buscar rostos novos e desconhecidos: um professor para interpretar Umberto D., e uma rapariga que encontrou na província e que acompanhara uma amiga ao casting para interpretar a criada da pensão onde aquele vive. Há paralelismos evidentes com Ladrões de Bicicletas neste retrato íntimo de um homem só, que tem apenas um cão por companhia e luta para sobreviver e manter a sua dignidade, onde Zavattini, que desta vez escreveu sozinho o argumento, atinge a máxima expressão da sua busca poética.

Título original: Umberto D. (Itália, 1952, 85 min)
Realização: Vittorio de Sica
Interpretação: Carlo Battisti, Maria Pia Casilio, Lina Gennari
Classificação: M/12